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quarta-feira, 31 de março de 2021

Páscoa: sabor e praticidade com o almoço feito no micro-ondas

 



Páscoa: sabor e praticidade com o almoço feito no micro-ondas

O macarrão, que é o preferido no almoço do fim de semana, cai muito bem Domingo de Páscoa. Ele é consumido em 99,3% dos lares brasileiros e ocupa o 4º lugar no TOP 10 em vendas de Massas Secas no Mundo, segundo a *Abimapi. Filipe Nascimento do canal @microsobrevivencia preparou uma receita especial para a Robinson Crusoe: a Salada de Macarrão com atum da Robinson Crusoe é perfeita para uma refeição rápida, prática e saborosa para a família; e claro, sem muito esforço. Confira!

encurtador.com.br/ hxNQV (vídeo)



Salada de Macarrão

INGREDIENTES:

• Macarrão tipo gravatinha
• uma xícara de maionese
• duas colheres de ervilha congelada
• 1/2 cenoura cortada em cubos
• um dente de alho
• Azeite, sal, pimenta do reino a gosto, cheiro verde
• uma lata de atum Robinson Crusoe

MODO DE PREPARO:

• Em um bowl, coloque o macarrão e a cenoura, cubra com água e leve ao micro-ondas por sete minutos na potência alta
• Escorra a água, misture com a maionese, as ervilhas, o atum e vá temperando a gosto com cheiro verde, azeite, sal e pimenta do reino
• Sirva gelado

Sobre a Robinson Crusoe

A Robinson Crusoe pertence ao grupo espanhol Jealsa, com mais de 60 anos de experiência dedicada à fabricação e comercialização de conservas de pescados e mariscos. O grupo atua em quatro áreas de atividades: alimentação, pescas e serviços, meio ambiente e energia. Implementamos no Brasil o mesmo processo europeu de pesca sustentável e com qualidade superior produzindo para consumo nacional e para exportação. Visando sempre o compromisso maior pelo desenvolvimento social das comunidades onde estamos localizados, estabelecemos parcerias com as associações de pescadores locais, também a formação de mão de obra e geração de empregos diretos e indiretos. Queremos reproduzir no Brasil a nossa marca registrada de primeira empresa em sustentabilidade da Europa. Carregamos o espírito forte do nosso fundador, temos em nosso DNA a mesma garra. Fazemos o possível para dias melhores. E investindo em sonhos, estamos conseguindo transformar realidades.

Marca fitness da Polishop cresce em 150% na pandemia

Marca fitness da Polishop cresce em 150% na pandemia
Genis Fitness proporciona academia no conforto da sua casa e facilidade no armazenamento
A Polishop é reconhecida por oferecer produtos que facilitam a vida das pessoas. E no universo de saúde e bem-estar, não poderia ser diferente. Por meio de sua marca própria Genis Fitness, a empresa oferece uma ampla gama de equipamentos para home fitness, que vão na contramão dos equipamentos de ginástica convencionais, pesados e que ocupam muito espaço.

É o caso da esteira Ergométrica GENIS GT 500, que cabe em qualquer ambiente, é dobrável, superleve e depois de ser utilizada, pode ser guardada em espaços pequenos sem atrapalhar a rotina do dia a dia. "Com todos os reflexos que muitos produtos tiveram durante a pandemia, a linha Genis Fitness foi uma das nossas marcas que mais cresceu, porque as pessoas enxergaram a necessidade de continuar se exercitando, mesmo estando dentro de casa. O crescimento da marca foi de 150% neste período, um resultado que reflete uma mudança de comportamento do consumidor diante do isolamento social", afirma João Appolinário, fundador e presidente da Polishop.

A Genis Fitness cria soluções pensadas na praticidade e conveniência para usar dentro de casa. Com produtos modernos e intuitivos, com alta tecnologia e benefícios reais que facilitam a rotina de exercícios, a marca conta com acessórios, plataformas vibratórias e abdominais, esteiras, elípticos, entre outros equipamentos de ginástica, com design compacto e elegante.



Sobre a POLISHOP

Fundada em 1999, a POLISHOP, maior empresa omnicanal do Brasil, é reconhecida pela criação de marcas e categorias de produtos exclusivos e de alta qualidade que facilitam a vida de milhões de pessoas. A companhia é referência no varejo brasileiro e mundial, destacando-se por seu formato de vendas e atendimento ao consumidor totalmente integrado, que inclui TV, lojas físicas, marketing multinível, revista, plataforma digital completa (site, e-commerce e mídias sociais) e telefone.

Atualmente, a Polishop conta com mais de 3 mil funcionários, mais de 280 lojas instaladas nos principais shoppings centers do país, além de quiosques, centros de distribuição, uma fábrica em Manaus (AM), contact center 24/7 e 6 canais próprios de TV. Nos últimos anos incorporou ao seu portfólio as marcas Be emotion (beleza), VIVA Smart Nutrition (nutrição inteligente) e Genis Fitness, que vêm crescendo e ganhando a preferência dos consumidores mais exigentes. Para mais informações, acesse www.polishop.com.br.
Informações para Imprensa:

Fernanda Brandão - fernanda@oxoflow.com.br
Geovanna Portante - geovanna@oxoflow.com.br

Mapa revela a situação de conectividade de 140 mil escolas municipais e estaduais

 Mapa revela a situação de conectividade de 140 mil escolas municipais e estaduais


Iniciativa do NIC.br e CIEB permite uma macro-análise das redes municipais e estaduais. Ação faz parte do projeto Conectividade para Educação

Em uma sociedade cada vez mais digital, a adoção de tecnologias nos processos de ensino e aprendizagem é uma tendência irrefreável. Nesse contexto a Internet assume papel-chave na transmissão e na busca de conhecimento - missão evidenciada ainda mais na pandemia COVID-19. É fundamental que as escolas possam contar com uma conexão compatível com suas demandas e necessidades pedagógicas.

Para traçar um panorama da conectividade na rede pública de ensino do país, o Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) e o Centro de Inovação para a Educação Brasileira (CIEB) apresentaram hoje (30 de março) o Mapa Integrado de Conectividade na Educaçãouma das iniciativas do projeto Conectividade para Educação, lançado no final do ano passado.

A ferramenta oferece a gestores e secretários de educação uma análise de parte das cerca de 140 mil escolas municipais e estaduais brasileiras em atividade. Em 27 mil delas, onde há medidores do NIC.br instalados, é possível verificar o desempenho da banda larga, o que permite estimar se ela está adequada ou deficiente.

"Esses 27 mil medidores são os que desenvolvemos para o Programa Inovação e Educação Conectada (Piec), do Ministério da Educação (MEC). Seu número pode aumentar à medida que mais escolas forem instalando medidores, que são distribuidos gratuitamente. Por ora, eles estão em colégios públicos de aproximadamente 3.500 municípios, nas cinco regiões do país", explica Paulo Kuester Neto, analista de projetos do NIC.br e um dos idealizadores do mapa.

"O mapa lançado agora possibilita uma análise ampla. Pode-se, por exemplo, investigar a qualidade da banda larga de toda uma rede municipal ou estadual. É possível ainda verificar se a conectividade das escolas é melhor ou pior do que a do entorno delas (residências, estabelecimentos comerciais etc.), favorecendo-se, se for o caso, uma renegociação de contrato", destaca o diretor de projetos especiais e de desenvolvimento do NIC.br, Milton Kashiwakura, acrescentando que essa comparação só é viável, porque o mapa é abastecido também por dados de todos os outros medidores do NIC.br fora das instituições de ensino.

De acordo com Lúcia Dellagnelo, diretora-presidente do CIEB, faltava uma base de dados integrada para informar melhor a situação de conectividade das escolas públicas brasileiras. A ferramenta cumpre essa função e poderá ser fundamental para as lideranças envolvidas na construção de projetos e políticas públicas relacionados ao tema. "Embora nos últimos anos a gente tenha registrado um aumento no volume de recursos destinados para este fim, a conectividade em escolas públicas ainda apresenta deficiências importantes tanto em relação à cobertura de sinal quanto à qualidade para o uso pedagógico por docentes e estudantes. Não estamos usando a tecnologia como uma alavanca para a educação brasileira, ao contrário do que muitos países fazem", apontou Dellagnelo.

"Além disso, precisamos de escolas e estudantes conectados para conseguir implementar o ensino híbrido, que já era uma forte tendência na educação e agora assumiu papel central no contexto da pandemia. Hoje, contudo, faltam modelos de infraestrutura, de distribuição do sinal, de formas de contratação de Internet para apoiar gestores e gestoras. Também não tínhamos um retrato claro da conectividade das escolas, mas com o apoio de muitos parceiros, superamos isso", complementa.

Diferentes tipos de investigação

De fácil navegação, o mapa é uma ferramenta analítica que permite verificações diversas. Possibilita explorar recortes, como escolas de estados e municípios que possuem conectividade adequada e as que não têm acesso à rede, velocidade da Internet naquelas com acesso e com o medidor, tecnologias para conectividade disponíveis (fibra óptica, satélite, rádio, etc.) que são fontes para a contratação do serviço, entre outras.

A ferramenta, que reúne bases de dados de diversos órgãos, possibilita também comparar diferentes indicadores de conectividade, como, por exemplo, velocidade de download e upload, latência entre as instituições de ensino e seu entorno, e se a Internet é utilizada durante atividades pedagógicas, ou se fica restrita à parte administrativa do colégio.

Selecionado o indicador, quem navega pode escolher qual característica deseja comparar: localização, faixas de velocidade, porte da instituição e série temporal.

Além de ser um instrumento útil para gestores, o mapa pode ser usado para recolher informações sobre o tema

O lançamento da ferramenta aconteceu durante o seminário internacional: Repensando o Papel das Tecnologias na Educação que marcou a celebração on-line dos cinco anos do CIEB. Reveja a transmissão em http://www.youtube.com/watch?v=vzzneg9DgJM.

Projeto Conectividade para Educação

Coordenado pelo NIC.br e pelo CIEB, o Conectividade na Educação tem como objetivo reunir dados e referenciais técnicos para apoiar a formulação de políticas públicas e de conectividade na área. O projeto conta com a contribuição do GICE (Grupo Interinstitucional de Conectividade na Educação), formado por entidades governamentais, operadoras, provedores regionais, empresas de tecnologia, associações e organizações do terceiro setor.

A iniciativa está baseada em três eixos de atuação: o mapa, alternativas de modelos de contratação de Internet e a conectividade dentro da escola.

Outras ações na área

Educação é uma pauta em destaque em projetos conduzidos pelo NIC.br. Conheça algumas das ações da entidade na área:

Programa de Inovação Educação Conectada

Criado para apoiar a universalização do acesso à Internet em alta velocidade e fomentar o uso pedagógico de tecnologias digitais na educação básica, o programa capitaneado pelo MEC conta com o Medidor Educação Conectada , desenvolvido pelo NIC.br. Com a ferramenta, cada escola pública pode acompanhar periodicamente o desempenho da banda larga contratada.

Os dados são coletados pelo Sistema de Medição de Tráfego Internet (SIMET), do Centro de Estudos e Pesquisas em Tecnologia de Redes e Operações (Ceptro.br) do NIC.br.

Acordo com o Unicef

Em 2020, com o acordo de cooperação internacional com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), o NIC.br passou a contribuir com a medição da conectividade das escolas em âmbito global. A partir da parceria, dados do SIMET (os mesmos usados no Medidor Educação Conectada) sobre a conectividade das escolas públicas brasileiras passaram a ser compartilhados com o Giga, iniciativa do UNICEF e da International Telecommunications Union (ITU) para conectar instituições de ensino ao redor do mundo e suas comunidades no entorno à Internet.

Além disso, há planos para a elaboração de estudos e projetos de troca científica com outros países e o UNICEF, colaborando com dados e medições, desenvolvimento de ferramentas e de modelos de Inteligência Artificial para avaliação da conectividade.

TIC Educação

Realizada desde 2010, a pesquisa TIC Educação do CGI.br, conduzida pelo Cetic.br|NIC.br, entrevista a comunidade escolar (alunos, professores, coordenadores pedagógicos e diretores) para mapear o acesso, uso e apropriação das tecnologias de informação e comunicação (TIC) em escolas públicas e privadas de educação básica.

Sobre o Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR - NIC.br

O Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR - NIC.br (http://www.nic.br/) é uma entidade civil, de direito privado e sem fins de lucro, que além de implementar as decisões e projetos do Comitê Gestor da Internet no Brasil, tem entre suas atribuições: coordenar o registro de nomes de domínio - Registro.br (http://www.registro.br/), estudar, responder e tratar incidentes de segurança no Brasil - CERT.br (http://www.cert.br/), estudar e pesquisar tecnologias de redes e operações - Ceptro.br (http://www.ceptro.br/), produzir indicadores sobre as tecnologias da informação e da comunicação - Cetic.br (http://www.cetic.br/), implementar e operar os Pontos de Troca de Tráfego - IX.br (http://ix.br/), viabilizar a participação da comunidade brasileira no desenvolvimento global da Web e subsidiar a formulação de políticas públicas - Ceweb.br (http://www.ceweb.br), e abrigar o W3C Chapter São Paulo (http://www.w3c.br/).

Sobre o Comitê Gestor da Internet no Brasil - CGI.br

O Comitê Gestor da Internet no Brasil, responsável por estabelecer diretrizes estratégicas relacionadas ao uso e desenvolvimento da Internet no Brasil, coordena e integra todas as iniciativas de serviços Internet no País, promovendo a qualidade técnica, a inovação e a disseminação dos serviços ofertados. Com base nos princípios do multissetorialismo e transparência, o CGI.br representa um modelo de governança da Internet democrático, elogiado internacionalmente, em que todos os setores da sociedade são partícipes de forma equânime de suas decisões. Uma de suas formulações são os 10 Princípios para a Governança e Uso da Internet (http://www.cgi.br/principios). Mais informações em http://www.cgi.br/.

Sobre o Centro de Inovação para a Educação Brasileira - CIEB

O Centro de Inovação para a Educação Brasileira (CIEB) é uma associação sem fins lucrativos criada em 2016 para promover a cultura de inovação na educação pública brasileira. Para isso, a organização apoia a formulação de políticas públicas, desenvolve conceitos e ferramentas, e integra múltiplos atores e diferentes ideias em torno de uma causa comum: inovar para impulsionar a qualidade, a equidade e a contemporaneidade da educação pública brasileira. Mais informações: http://www.cieb.net.br

Contatos para a Imprensa:

Weber Shandwick

terça-feira, 30 de março de 2021

Mês do Síndrome de Down: 8 dicas dicas para manter a rotina da criança na pandemia

 Mês do Síndrome de Down: 8 dicas dicas para manter a rotina da criança na pandemia

Neste mês de março é ampliada a discussão da síndrome de down:psicólogo educacional da Minds Idiomas dá dicas para os pais

(Crianças com síndrome de down precisam de um acompanhamento multidisciplinar mesmo no isolamento social. Foto:Ben Mullins on Unsplash)


Desde 1961, a OMS reconhece como síndrome de down a combinação genética que faz uma pessoa ter 47 cromossomos, ou seja, não é uma doença. É uma condição permanente que não pode ser modificada. No Brasil, segundo dados do IBGE, censo 2010, estima-se que ocorra um caso em cada 700 nascimentos, o que significa que nascem 8 mil bebês com Síndrome de Down por ano. A estimativa é de que vivem no país 300 mil pessoas que nasceram com a síndrome..

Em meio à pandemia trazida pelo Covid-19, as famílias e as rotinas foram drasticamente modificadas trazendo prejuízos cognitivos principalmente às crianças. No quesito sócio emocional e educacional. Segundo a cartilha "Crianças na Pandemia Covid-19", publicada pela Fiocruz de Brasília, o isolamento pode causar reações emocionais e alterações comportamentais. A cartilha ainda destaca que para as crianças com necessidades especiais, como autistas ou crianças com síndrome de Down, a repercussão pode ser física: desde a desorganização sensorial e psicológica, até perdas motoras.

"As crianças com síndrome de down apresentam um desenvolvimento mais lento, principalmente no aprendizado e na capacidade de reter memórias de curto prazo. Elas ainda têm dificuldades motoras e de fala. O aprendizado neste momento deve buscar na criança algo que ela se identifique. Seja aprender uma língua, tocar um instrumento, pintar principalmente por meios lúdicos que favorecem estas crianças", destaca o psicólogo educacional e diretor nacional do Centro de Formação Minds Idiomas , Augusto Jimenez.

A psicopedagoga especialista em Síndrome de Down, Ivone Scatolin, destaca que para qualquer recurso pedagógico que seja aplicado a estas crianças é fundamental, neste momento, a participação da escola, família e a tecnologia."Essas novas tecnologias favorecem e contribuem no desenvolvimento das pessoas com necessidades especiais por permitirem o acesso ao conhecimento, ampliarem as habilidades funcionais e promoverem autonomia e inclusão", explica.

(Foto by Nathan Anderson on Unsplash)


Augusto Jimenez, Diretor nacional do Centro de Formação Minds Idiomas, destaca que a rede de idiomas já possuía em sua metodologia a preocupação de incluir as crianças com algum tipo de dificuldade de aprendizagem. "Mesmo agora com o isolamento social e as aulas on-line, nós solicitamos aos professores do kids and teens, estejam mais atentos e queiram saber mais sobre a vida dessas crianças e adolescentes. Que além da aprendizagem de um novo idioma, seja um trabalho conjunto com as particularidades de cada criança ou adolescente"

Neste sentido, o psicólogo educacional Augusto Jimenez e diretor nacional da Minds Idiomas deu algumas dicas para pais e professores, de crianças! Sejam elas com Down ou não. Afinal todas elas estão passando por um processo muito intenso em suas vivências.

Como ajudar as crianças em 8 passos para manter a rotina:

- Explique de forma sincera e clara o que está acontecendo;

- Mantenha o diálogo aberto e a acolhida aos sentimentos das crianças;

- Planeje o dia a dia tentando ao máximo manter a rotina familiar;

- Aproveite o tempo com seu filho/aluno para estreitar vínculos e tente proporcionar experiências positivas;

- Busque sempre auxiliar o trabalho dos profissionais de educação e saúde que acompanham as crianças. Temos que montar uma força tarefa.

- Paciência! É estressante para nós o isolamento, imagine para as crianças!

- Busque entender que seu filho/filha precisa do tempo dele para absorver as informações. A cobrança tem que ser dosada e de uma forma leve.

- Utilize ferramentas para que a criança consiga se desenvolver mesmo no isolamento. Aprender um instrumento, uma nova língua, cantar, pintar, qualquer coisa que seja diferente e desperte o interesse da criança.

Para saber mais sobre os cursos do Centro de Formação Minds Idiomas, acesse aqui! E garanta um voucher de 200 reais para quem fizer a matrícula neste mês de Março

Sobre a Minds Idiomas

Com 13 anos de existência, o segredo da rede de idiomas Minds é a tecnologia. Com 72 escolas em todo país, a Minds foi a primeira rede a implantar o ensino do inglês em tablets mantendo os livros físicos. Com especialistas em captação de conteúdo, a CEO Leiza Oliveira, tem consciência que a forma de aprendizado de cada criança e adulto é individual. Personalização e inovação são as palavras que movem franqueados e alunos da rede. O tempo de duração do curso da Minds é de 18 meses e há outras modalidades de ensino personalizadas. Acesse o nosso site e conheça mais sobre o mundo Minds acessando aqui !

Para mais informações, contatar:
Juliana Queissada- contato@queissada.com.br - (11) 998136291
Verônica Andrade- atendimento@queissada.com.br - (11) 97468 1309

Unidos pela Vacina soma esforços de mais de 3 mil pessoas, entre empresários e representantes da sociedade, para acelerar vacinação no Brasil

 




Unidos pela Vacina soma esforços de mais de 3 mil pessoas, entre empresários e representantes da sociedade, para acelerar vacinação no Brasil

Movimento descentraliza atuação nos estados. Pesquisa com municípios sobre entraves já foi respondida por mais de 90% das cidades. Propósito é tornar viável vacinar todos os brasileiros até setembro.

Brasil, 30 de março de 2021 - O movimento Unidos pela Vacina já reúne, em todo o país, mais de 3.000 pessoas entre empresários, artistas, atletas, cientistas, representantes de entidades setoriais, instituições, associações, comunidade e ONGs, ligadas por um único propósito: tornar viável vacinar todos os brasileiros até setembro de 2021. Criado em fevereiro, o movimento acelera a atual fase de descentralização regional e de identificação e resolução dos entraves à vacinação em 5.570 cidades.

Apartidário, o movimento contribuiu em diversas frentes de trabalho junto ao Governo Federal, com os Estados, secretarias de saúde, municípios e meios de comunicação. Nascido a partir da iniciativa de Luiza Helena Trajano, presidente do Grupo Mulheres do Brasil, o Unidos Pela Vacina hoje tem a coordenação central liderada pelos empresários Betania Tanure (BTA), Chieko Aoki (Blue Tree Hotels) Eduardo Sirotsky Melzer (EB Capital), João Carlos Brega (Whirlpool), Marcelo Silva (IDV), Paulo Kakinoff (Gol), Walter Schalka (Suzano) e pelas integrantes do Mulheres do Brasil, Maria Fernanda Teixeira, Marisa Cesar e Sônia Hess.

"Nessa corrida pela vida, contra essa pandemia sem precedentes, cada minuto importa. Não estamos medindo esforços para que possamos concretizar nosso objetivo de tornar viável a vacinação para cada brasileiro deste país até setembro e colocar fim à essa situação tão dolorosa para nós e para o mundo", afirma Luiza Helena Trajano.

Nova etapa: aceleração regional e resolução de obstáculos à vacinação

O Movimento entra em nova etapa, com a aceleração das frentes estaduais e municipais para articulação de medidas urgentes junto a prefeituras, empresas e sociedade civil. Cada frente é liderada por integrantes do grupo Mulheres do Brasil e empresários, tais como Artur Grynbaum (Grupo Boticário), Claudio Toigo e Nelson Sirotsky (Grupo RBS), Pedro Ivo Moura (Baterias Moura) e Rafael Menin (MRV). Todo esse trabalho está sendo realizado em apoio e em conjunto com os governos estaduais e locais. (A relação das lideranças regionais está ao fim do texto)

Para identificar as principais e mais urgentes necessidades e facilitar o processo de vacinação, o movimento realiza um grande levantamento, junto aos 5.570 municípios do país. A pesquisa é feita por meio de um aplicativo, criado pelo Instituto Locomotiva, parceiro do Unidos Pela Vacina. O questionário, desenvolvido com apoio de um grupo de especialistas da área médica, já foi respondido por mais de 90% das cidades e está mapeando os entraves e as condições de infraestrutura para a vacinação.

"Já obtivemos muitas respostas. Mas precisamos que as cidades enviem essas informações através do aplicativo. Quanto mais rápido identificarmos os entraves que impedem ou atrasam a vacinação, mais rápido podemos contribuir com a solução", estimula Marcelo Silva, presidente do Instituto de Desenvolvimento do Varejo (IDV).

O incentivo é reforçado pelo vice-presidente do Conselho do Grupo Boticário, Artur Grynbaum, que coordena as ações no Paraná. "A resposta dos paranaenses para essa pesquisa foi imediata. Em poucos dias, já tínhamos em mãos as maiores necessidades de todos os 399 municípios. Com esses dados seremos mais assertivos no diálogo com as prefeituras e secretarias municipais de saúde, empresas e instituições envolvidas no Movimento, e também para novas conexões com aquelas que ainda não estão conosco. A pandemia produziu um cenário de extrema complexidade, convidando toda a sociedade para uma atuação cooperativa e responsável. Só assim conseguiremos salvar vidas e destravar a economia", afirma Grynbaum.

A partir das informações que chegaram ao Movimento já foi possível solucionar dificuldades em algumas regiões. Entre as necessidades resolvidas estão desde serviço de locomoção para enfermeiros aplicarem a vacina em domicílio a doações de seringas, aventais, aparelhos de ar-condicionado para manter refrigerados locais onde estão as vacinas, geladeiras com termômetro para armazenamento do imunizante e computadores e rede wifi para permitir o registro e transmissão de dados da vacinação local, entre outros.

Praticamente todas as vacinas ofertadas para o país para aplicação fora dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro estão sendo transportadas pelas quatro principais companhias aéreas brasileiras (Azul, Gol, Latam e VoePass) para todo o Brasil gratuitamente. A logística é apoiada pela Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR) e em parceria com o Governo Federal. Essa estrutura logística atua de forma integrada ao Grupo de Coordenação do Unidos Pela Vacina desde o início do Movimento.

Cidades-Piloto

Nas três cidades escolhidas como projeto-piloto - Maranguape (CE), Nova Lima (MG) e Rio de Janeiro (RJ) - as ações já estão em andamento. A ideia é testar soluções inovadoras que possam ser replicadas para outros estados e municípios, como a adoção de cidades. Empresas parceiras do Movimento patrocinam as necessidades locais de cidades ou regiões de maneira a garantir o processo de vacinação seguro e efetivo da população.

Em Maranguape, uma das iniciativas facilita a locomoção da população mais vulnerável aos postos de vacinação através de um programa do aplicativo de transporte Uber para arrecadar créditos para o deslocamento.

Na capital carioca, o movimento se uniu à Secretaria Municipal de Saúde para contribuir na montagem de 08 polos de vacinação drive-thru espalhados em diferentes pontos. No estado, já são 16 cidades apoiadas.

Em Minas Gerais, das mais de 800 cidades, 320 delas já contam com patrocinadores fixos. Nova Lima é uma delas. Está em fase final de montagem infraestrutura completa para a realização de 03 sistemas de drive-thru. Também já foram adotadas 139 cidades no Tocantins e 26 em Pernambuco.

Para participar do movimento e fazer doações por meio de parcerias basta acessar o site Unidos Pela Vacina e enviar um e-mail para o endereço do estado onde fica a cidade que pretende ajudar.

Organização em cadeia

Todo o trabalho desempenhado pelo Movimento segue um modelo para decidir e agir rapidamente. Uma central define as diretrizes e apoia as frentes para atuação descentralizada e próxima às necessidades locais. Um dos grupos é responsável pelas soluções para a cadeia produtiva da vacinação e conta com a participação de diversos empresários, entre eles Carlos Prado (Abracorp), Cristina Potomati (Lukscolor), Gustavo Estrella (CPFL), Pablo De Si (VW), Pedro Wongtschowski (Grupo Ultra), Romeu Cortes Domingues (Dasa) e Tito Martins (Nexa).

"A nossa luta diária é para somar esforços e garantir que mais brasileiros possam ser vacinados e imunizados no país. Temos dimensões continentais e a solidariedade está caminhando na mesma proporção. Juntos somos mais fortes e vamos vencer essa batalha", afirma Pedro Wongtschowski, presidente do conselho do Grupo Ultra.

Regionalmente, cada estado conta com líderes do Unidos Pela Vacina. Veja relação de empresários e integrantes do Mulheres do Brasil que coordenam localmente o Movimento:


Acre - José Adriano Mendes (Energisa) / Integrante Mulheres do Brasil: Francisca Valéria de Holanda
Alagoas - Mauro Vasconcelos (DyStar) / Integrante Mulheres do Brasil: Caroline Laurentino de Almeida Balbino
Amazonas - Armando Ennes do Valle Jr. (DD&L Associados) / Integrante Mulheres do Brasil: Fabiana Souza de Oliveira
Bahia - Mario Dantas (Construtora NM) / Integrante Mulheres do Brasil: Jane Sana
Ceará - Patriciana Rodrigues (Pague Menos) / Integrante Mulheres do Brasil: Annette Reeves de Castro
Espírito Santo - Carlos Lindenberg Neto (Café Lindenberg) / Integrante Mulheres do Brasil: Ana Cecília dos Santos Lima
Goiás - Fernando Maia (Grupo Saga) / Integrante Mulheres do Brasil: Helena Ribeiro
Mato Grosso - Ribeiro José Barbanera (Energisa) / Integrante Mulheres do Brasil: Keite Agnes Guimarães Rosa Custodio
Mato Grosso do Sul - Marcelo Vinhaes Monteiro (Energia) / Integrante Mulheres do Brasil: Marina Alves Mandetta
Minas Gerais - Rafael Menin (MRV) / Integrante Mulheres do Brasil: Patricia Tiensoli
Paraíba - Renato Rocha (Rocha Cavalcante Construtora) / Integrante Mulheres do Brasil: Andréa Nunes de Moura Libardi
Paraná - Artur Grynbaum (Grupo Boticário) / Integrante Mulheres do Brasil: Regina Arns
Pernambuco - Pedro Ivo Moura (Grupo Moura) / Integrante Mulheres do Brasil: Roseana Maria Lins Brito Faneco Amorim
Piauí - Lívia Guimarães (Grupo Meio Norte) e Patrícia Carvalho (Cacique Pneus) / Integrante Mulheres do Brasil: Maria Adriana Pereira Marques Moreira
Rio de Janeiro - Guilherme Lencastre (Enel) / Integrante Mulheres do Brasil: Ariane Trevisan Fiori
Rio Grande do Norte - Marcelo Alecrim (ALE Combustíveis) / Integrante Mulheres do Brasil: Ana Beatriz Ferreira Rebello Presgrave
Rio Grande do Sul - Nelson Sirotsky e Claudio Toigo Filho (Grupo RBS) / Integrante Mulheres do Brasil: Marina Alves Mandetta
Rondônia - André Luís Cabral Theobald (Energisa) / Integrante Mulheres do Brasil: Edna Mendes dos Reis Okabayashi
Santa Catarina - João Martinelli (Florêncio Filho & Camargo Aranha Advogados) / Integrante Mulheres do Brasil: Ana Blasi
São Paulo - Rodrigo Galindo (Cogna Educação) / Integrante Mulheres do Brasil: Alexandra Segantin
Sergipe - Jouberto Uchôa de Mendonça Junior (Grupo Tiradentes) / Integrante Mulheres do Brasil: Luzy Fraga
Tocantins - Joseph Madeira (Grupo Jorima) / Integrante Mulheres do Brasil: Valéria Mota


Distrito Federal e os estados Amapá, Maranhão, Pará e Roraima estão finalizando as adesões por parte das empresas parceiras. Nessas regiões, o movimento é liderado pelas integrantes do Mulheres do Brasil Daniela Hollanda, Cleicy Leão Miranda, Samantha Rodrigues Freitas e Cristiane Matos, respectivamente.

Além da ABEAR e do IDV, outras entidades setoriais e instituições da sociedade civil integram o movimento, tais como a Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e a CUFA.

Outras frentes de apoio e fomento da rede

Governo Federal: Diálogo e apoio alinhados às prioridades do Sistema Único de Saúde (SUS) e ao Plano Nacional de Imunização (PNI).

Técnico-científico: Grupo de profissionais expoentes da área relacionada à pandemia apoia o Movimento por meio de sua consultoria técnica.

Parcerias e conexões: Instituições, entidades, empresas e ONGs disponibilizam produtos e serviços para atuação em todas as frentes do Movimento.

Comunicação: Atuam para ampliar o conhecimento, a conscientização e o engajamento da sociedade civil, tanto para a importância e adesão ao PNI, como para angariar mais apoio à atuação das frentes de ação.

Legal, Compliance, Auditoria, Segurança da Informação, PMO: Todo o Movimento está baseado em rigorosas diretrizes legais e metodológicas.

Mais informações no site: http://www.unidospelavacina.org

Siga o perfil no Instagram: @unidospelavacina

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Assessoria de Imprensa - Movimento Unidos Pela Vacina

FGV EAESP está com inscrições abertas para o Mestrado Profissional em Gestão para Competitividade

 




FGV EAESP está com inscrições abertas para o Mestrado Profissional em Gestão para Competitividade

Os interessados podem se inscrever até o dia 10 de novembro. Ao todo, são sete linhas de pesquisas disponíveis: Gestão da Saúde; Gestão de Supply Chain; Tecnologia da Informação; Varejo; Sustentabilidade; Finanças e Controladoria; e Gestão de Pessoas

São Paulo, março de 2021 - A Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP) está com inscrições abertas, até o dia 10 de novembro, para o Mestrado Profissional em Gestão para Competitividade (MPGC). O programa é dividido em sete linhas de pesquisas: Gestão da Saúde; Gestão de Supply Chain; Tecnologia da Informação; Varejo; Sustentabilidade; Finanças e Controladoria; e Gestão de Pessoas.

"Oferecemos o conhecimento aplicado para a prática e conseguimos gerar emprego como resultado, pois o processo do desenvolvimento das pessoas que têm cargos de liderança, ou até donos de empresas, estão se transformando em realidade de geração de empregos", afirma Gilberto Sarfati, coordenador do Mestrado Profissional em Gestão para Competitividade.

Com duração de um ano e seis meses, o curso é voltado para graduados com pelo menos 5 anos de experiência na área da linha de pesquisa escolhida, ou formação em gestão que ocupam, ou almejam ocupar posição de liderança e se interessam em uma abordagem inovadora do processo formativo. Ao realizar o MPGC, o aluno terá a capacidade de aplicar a metodologia científica para resolução de problemas, ampla visão de negócios para gerar valor em ambiente globalmente competitivo e atitudes comportamentais para atuar como agente de mudanças positivas.

Para mais informações, basta consultar o site: http://eaesp.fgv.br/cursos/mestrado-profissional-gestao-para-competitividade-mpgc ou entrar em contato pelo e-mail admissionsoffice@fgv.br .

Sobre a FGV

Criada em 1944, a Fundação Getulio Vargas nasceu com o objetivo de promover o desenvolvimento socioeconômico do Brasil por meio da formação de administradores qualificados, nas áreas pública e privada.

Ao longo do tempo, a FGV ampliou a sua atuação para outras áreas do conhecimento, como Ciências Sociais, Direito, Economia, História, Matemática Aplicada e, mais recentemente, Relações Internacionais, sendo sempre reconhecida pela qualidade e excelência ao produzir e difundir conhecimento.

Atualmente a FGV possui parceria com mais de 200 instituições estrangeiras de ensino superior e ocupa o 3º lugar entre os melhores Think Tanks do mundo, segundo o Global Go To Think Tank Index Report.



Insight Comunicação

Fiesp e Senai-SP fornecem nesta terça e quarta-feiras (30 e 31/3) mais 2.086 cilindros para unidades de saúde e mobilizam indústrias de São Paulo

ERRATA - O NÚMERO CORRETO DOS CILINDROS ENTREGUES PELA FIESP E SENAI-SP EM UMA SEMANA É 2.486 E NÃO 2.086 COMO DIVULGADO NA MANHÃ DESTA TERÇA-FEIRA (30/3), QUANDO NÃO CONSIDERAMOS OS 400 CILINDROS ENVIADOS SEMANA PASSADA.


Fiesp e Senai-SP fornecem nesta terça e quarta-feiras (30 e 31/3) mais 1.175 cilindros para unidades de saúde e mobilizam indústrias de São Paulo

No total, a campanha "Oxigênio da Indústria Salva Vidas" conseguiu até agora 2.086 cilindros, dos quais 911 são de empresas e os demais do Senai-SP

Com uma semana do lançamento da campanha "Oxigênio da Indústria Salva Vidas", Fiesp e Senai-SP coordenam uma grande mobilização em todo estado para que indústrias cedam cilindros que acondicionam oxigênio para o setor da saúde. Até agora, foram disponibilizados 2.086 provenientes de 83 cidades.

Nesta terça e quarta-feiras (30 e 31/3), o Senai-SP está enviando, em dois lotes, mais 1.175 cilindros à sede da White Martins, em Vinhedo (SP). Semana passada, outros 400 já haviam sido entregues. Os demais 911, oriundos de 19 cidades paulistas, já foram disponibilizados para os respectivos fornecedores de oxigênio por empresas de diversos setores, como sucroalcooleiro, metalúrgico, químico, alimentos, têxtil, automotivo e construção civil.

Esta nova contribuição do Senai-SP foi possível porque a empresa White Martins pôde receber da entidade cilindros de outros gases e convertê-los para armazenar oxigênio. De uso industrial, os cilindros foram reunidos na escola de Barueri, na grande São Paulo, antes de seguirem para Vinhedo e em duas carretas e um caminhão. Lá, vão passar por higienização para serem utilizados na área de saúde e serão abastecidos com gás medicinal.

"Essa forte mobilização junto à indústria tem como objetivo salvar vidas e suprir toda a demanda existente no estado. Não podemos perder uma vida sequer por falta de oxigênio", afirma o presidente da Fiesp e do Senai-SP, Paulo Skaf. Para participarem da campanha, as indústrias que podem emprestar cilindros devem enviar um e-mail para: oxigenio@sp.senai.br ou entrar em contato diretamente com as escolas do Senai-SP, que fará a ponte com a empresa fornecedora.

Na quarta-feira passada (24/3), Paulo Skaf fez o lançamento da campanha "Oxigênio da Indústria Salva Vidas" e participou da entrega dos primeiros 400 cilindros para unidades de saúde do estado. Eles também foram reunidos na escola do Senai-SP, em Barueri, de onde saiu um caminhão lotado rumo à Vinhedo. Eles haviam sido recolhidos em 78 escolas do Senai, espalhadas por 64 cidades em todo estado de São Paulo.


O uso do oxigênio no tratamento da Covid-19 é intensivo, cada paciente intubado consome de dois a três cilindros por dia. A limitação não está na produção do gás, mas na logística e na falta de tanques e cilindros para envasar.

Com a decisão da Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) de, neste momento de escassez, permitir que a utilização dos cilindros industriais nas unidades de saúde, Fiesp e Senai-SP lançaram a campanha "Oxigênio da Indústria Salva Vidas". O objetivo é estimular as empresas que tenham o insumo disponível a cederem para o setor de saúde.

ERRATA - O NÚMERO CORRETO DOS CILINDROS ENTREGUES PELA FIESP E SENAI-SP EM UMA SEMANA É 2.486 E NÃO 2.086 COMO DIVULGADO NA MANHÃ DESTA TERÇA-FEIRA (30/3), QUANDO NÃO CONSIDERAMOS OS 400 CILINDROS ENVIADOS SEMANA PASSADA.




Federação das Indústrias do Estado de São Paulo - Fiesp
Assessoria de Jornalismo Institucional

Senai-SP
Assessoria de imprensa
Gabrielle Nascimento | gabrielle.silva@sp.senai.br | cel (11) 98205 5534



Oxigênio da Indústria Salva Vidas (1)

Oxigênio da Indústria Salva Vidas (2)

Oxigênio da Indústria Salva Vidas (3)