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quarta-feira, 28 de abril de 2021

Alimentebem

 



  ALIMENTE-SE BEM!

sábado, 24 de abril de 2021

ALERTA ESPECIAL - ENTREVISTA EXCLUSIVA COM O PRESIDENTE BOLSONARO | Ao Vivo



Presidente do Brasil, Jair Messias Bolsonaro, concede entrevista exclusiva para TV A Crítica no programa Alerta Especial, com o apresentador Sikera Jr. Assista a entrevista completa agora no canal: Se inscreva no Canal: http://bit.ly/yttvacritica Acompanhe a TV A Crítica no Youtube e nas redes sociais: Facebook: Instagram: http://bit.ly/igtvacritica Twitter: https://twitter.com/tvacritica

sexta-feira, 23 de abril de 2021

Mercado de alimentos sem glúten dispara e marcas apostam no setor para atender a grande demanda

 




Mercado de alimentos sem glúten dispara e marcas apostam no setor para atender a grande demanda

Por que as pessoas estão retirando o glúten das refeições?


Seja por conta de uma dieta restritiva, intolerância ou alergia, o número de pessoas que passaram a aderir uma alimentação livre de glúten nos últimos anos não para de crescer. De acordo com uma projeção da Zion Market Research, a demanda por esses produtos deve atingir a marca dos US$7,6 bilhões até 2024 em todo mundo.

De acordo com especialistas em nutrição, embora a exclusão do glúten da dieta seja recomendada para quem apresenta algum sintoma de alergia ou intolerância, muitas pessoas puderam sentir mudanças em seu organismo ao adotar esse novo hábito, como redução das inflamações causadas por doenças autoimunes, artrites e problemas intestinais, melhora do sistema digestivo, diminuição da fome e da compulsão alimentar, além da perda de peso, principalmente, por reduzir o consumo de produtos ultraprocessados. Esse bem-estar também se deve ao fato de que muitos não têm ciência do problema com essa proteína e ficam sabendo ao retirarem da dieta e buscarem, cada vez mais, hábitos saudáveis como novo estilo de vida.

Presente em alimentos que levam em sua composição a farinha de trigo, a aveia e a cevada, o glúten tem sido utilizado amplamente pela indústria até mesmo em produtos que naturalmente não o teriam, com o objetivo de melhorar o sabor e a textura.

Diante dessa nova demanda, muitas marcas têm desenvolvido produtos, como pães, biscoitos, doces, cervejas, entre outros, para os que não podem ou não querem manter essa proteína em sua alimentação. Um exemplo disso é a Josapar, detentora da marca Tio João. A empresa tem duas linhas completas de misturas para pães e bolos, livres de glúten, à base de farinha de arroz e ricas em sabor e saúde.

Na linha Padaria, o Tio João oferece tanto a farinha de arroz, para o preparo de pães, bolos e empanados, quanto as misturas para pão caseiro, pão multigrãos, massa de pizza e massa brisée.

A Mistura para Pão Multigrãos foi desenvolvida especialmente para quem não pode ou não deseja consumir glúten ou lactose em sua dieta. O produto é composto por farinha de arroz, amido de milho, fécula de mandioca, farinha de milho, linhaça, girassol, gergelim, chia, entre outros ingredientes. Pode ser encontrada no Armazém Tio João por R$9,74 a embalagem de 310g.

Já a Mistura para Massa Brisée, ideal para o fácil preparo de quiches e tortas salgadas, é composta basicamente por farinha de arroz e amido de milho. Também pode ser encontrada pelo Armazém Tio João, por R$9,77 a embalagem de 250g.

Para facilitar o preparo de bolos e sobremesas sem glúten, a linha Confeitaria Tio João oferece misturas para bolos nos sabores Chocolate, Baunilha e Laranja, além das sobremesas Brownie e Petit Gâteau.

A Mistura para Bolo Sabor Baunilha, por exemplo, combina praticidade e sabor. Leva em sua composição a farinha de arroz, totalmente livre de glúten. O preço do produto pelo Armazém Tio João é R$7,98 a embalagem de 270g.

Outro destaque é a Mistura para Brownie, receita que muitas pessoas têm dificuldade em reproduzir em casa devido ao modo de preparo detalhado. Além de agregar essa facilidade, por meio dessa mistura o Tio João permite que muitos possam experimentar a tradicional sobremesa norte-americana, totalmente sem glúten. O preço do produto pelo Armazém Tio João é R$8,98 a embalagem de 270g.


Para conferir esses e outros produtos da linha sem glúten Tio João, acesse: www.armazemtiojoao.com.br/busca?fq=spec_fct_18:Sem%20Gl%C3%BAten%20e%20Lactose#1

Sobre a Josapar
Com uma tradição de qualidade desde 1922 e líder nacional do mercado de arroz, a Josapar possui unidades industriais em Pelotas (RS), Recife (PE), Itaqui (RS), Campo Largo (PR) e Cristalina (GO), e conta com os mais modernos processos de produção. A empresa detém a Certificação FSSC 22000, uma norma internacional de segurança de alimentos reconhecida pela Global Food Safety Initiative (GFSI), para as principais unidades de arroz branco e arroz parboilizado. Além do tradicional Arroz Tio João, a Josapar está presente no mercado com o arroz e o feijão Meu Biju; com a linha SupraSoy, de alimentos em pó à base de proteína isolada de soja; com o Azeite Nova Oliva; e as marcas Soy+, Beleza, Exato, Tio Mingote e No Ponto.

Sobre o Armazém Tio João
Recentemente, a Josapar lançou o e-commerce Armazém Tio João, com todos os produtos das suas marcas, para se aproximar de seus consumidores e proporcionar mais vantagens: o cliente recebe 15% de desconto na primeira compra e participa de promoções semanais em todo o site. Para isso, basta acessar a plataforma Armazém Tio João.

Apeoesp realiza carreata em defesa da vida nesta sexta

 




Apeoesp realiza carreata em defesa da vida nesta sexta
Entidade defende a manutenção das aulas on-line em função da pandemia

A Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo) realiza nesta sexta-feira, 23 de abril, carreata em defesa da vida e contra as aulas presenciais nas escolas em função da pandemia do novo coronavírus.

A carreata, que acontecerá a partir das 10h, partindo do MASP, na avenida Paulista, reunirá profissionais da educação de diversas regiões do Estado. O objetivo é mobilizar a sociedade e mostrar que, apesar de o governo estadual estabelecer a volta das aulas presenciais, os pais não estão enviando seus filhos às escolas. "Esse retorno só está servindo para colocar em risco a vida dos profissionais da Educação", alerta a presidenta da Apeoesp e deputada estadual, Professora Bebel (PT).

Ela reforça ainda que a sentença conquistada pela entidade em 9 de março, que proíbe a convocação dos professores nas fases laranja e vermelha do Plano São Paulo, está em vigor. Sendo assim, a entidade reforça que os professores, se forem convocados para qualquer atividade presencial nas escolas, devem informar por escrito que não comparecerão por conta dessa razão, e devem juntar cópia da sentença. O modelo de requerimento está disponível na página da Apeoesp: www.apeoesp.org.br, juntamente com a sentença.



Google removeu mais de 700 mil apps por violação de políticas da Google Play em 2020

 

Google removeu mais de 700 mil apps por violação de políticas da Google Play em 2020

Empresa anunciou que, no mesmo período, encerrou as contas de 119 mil desenvolvedores mal-intencionados ou que praticavam spam na plataforma

• Foram removidos mais de 709 mil aplicativos por violação de políticas da Google Play em 2020

• Cerca de 119 mil contas de desenvolvedores mal-intencionados ou que praticavam spam foram excluídas no período

• Mais de 962 mil apps em desacordo com as regras da Google Play foram identificados por modelos de aprendizado de máquina e, assim, impedidos de compor a loja de apps do Google

Oferecer uma experiência confiável e segura para bilhões de usuários e milhões de desenvolvedores Android sempre foi uma das principais prioridades da Google Play. Em 2020, o Google apresentou novas políticas e melhorou ainda mais os sistemas avançados na otimização de processos, com o objetivo de proteger usuários, dar suporte a bons desenvolvedores e reforçar proteções contra aplicativos e desenvolvedores mal-intencionados.

A Google Play Protect escaneou mais de 100 bilhões de aplicativos em busca de malwares, para aumentar a segurança das pessoas que frequentam a loja on-line em busca de ferramentas úteis e confiáveis para diversas finalidades, seja sobre informações a respeito da vacina de COVID-19 ou novas formas de entretenimento, delivery, comunicação e mais.

O Google adotou uma série de políticas e novas formas de suporte a desenvolvedores com o objetivo de aprimorar a qualidade das informações disponíveis na plataforma e reduzir o risco de prejudicar usuários com informações equivocadas ou enganosas.

• Políticas sobre COVID-19: Para garantir a segurança das pessoas e a integridade e privacidade das informações, a empresa apresentou orientações específicas para aplicativos relativos à COVID-19 . Essas políticas exigem que aplicativos relacionados a usos sensíveis, como apps com informações sobre testes, devem ser desenvolvidos por órgãos oficiais do governo ou por organizações do setor de saúde e devem atender aos mais altos padrões de privacidade sobre dados de usuários.

• Políticas sobre notícias: Com o objetivo de assegurar a transparência sobre a publicação de notícias, foram adotadas exigências mínimas que devem ser cumpridas pelos aplicativos para que sejam classificados na categoria "Notícias" do Google Play. São regras que ajudam a promover maior transparência e responsabilidade entre os desenvolvedores ao fornecer informações relevantes sobre o app aos usuários.

• Apoio a eleições: Também foram formadas equipes e processos na Google Play dedicados a eleições. O objetivo é oferecer apoio adicional e facilitar a adaptação a um cenário em constante mudança. Isso inclui mais apoio a órgãos do governo, pessoas treinadas especialmente para avaliar os aplicativos e um grupo de segurança para enfrentar situações de ameaça e abuso ao sistema eleitoral.

Investigação

O trabalho para identificar e mitigar aplicativos e desenvolvedores mal-intencionados também evoluiu para combater novos comportamentos prejudiciais e formas de abuso. A capacidade de detecção dos modelos de aprendizado de máquina e os processos aprimorados de avaliação de aplicativos resultaram na identificação de mais de 962 mil apps que descumpriam as regras.

Graças a esse trabalho, esses aplicativos nem chegaram a ser publicados no Google Play. Ao todo, 119 mil contas de desenvolvedores mal-intencionados ou que praticam spam foram excluídas, e mais de 709 mil aplicativos foram retirados por violarem as políticas da plataforma.

No ano passado, a empresa reduziu ainda mais o acesso de desenvolvedores a permissões sensíveis. Em fevereiro , houve o anúncio de uma nova política de localização em segundo plano para garantir que os aplicativos que solicitam essa permissão precisem justificar melhor o uso dos dados para fornecer um benefício claro ao usuário.

Como resultado da nova política, os desenvolvedores agora precisam demonstrar esse benefício e informar os usuários sobre ele de forma objetiva. Caso contrário, os apps podem ser removidos da Google Play. A norma começou a valer para aplicativos que não atendem às novas diretrizes e uma atualização sobre o uso dessa permissão será divulgada no Blog do Google, em breve.


Saiba mais no blog do Google Brasil .

Mais informações: imprensa@google.com e google@cdicom.com.br



Plataforma de e-books do Governo do Estado registra mais de 44 mil acessos em 4 meses de funcionamento

 Dia do Livro: Plataforma de e-books do Governo do Estado registra mais de 44 mil acessos em 4 meses de funcionamento

A BSP Digital, das bibliotecas da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado, tem mais de 46 mil sócios e realizou cerca de 8 mil empréstimos

As Bibliotecas de São Paulo e Parque Villa-Lobos, instituições da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, celebram o Dia do Livro com 44.075 acessos à plataforma de difusão da leitura BSP Digital em 4 meses. Lançada em 15 de dezembro de 2020, a plataforma online tem mais de mil livros de diversos gêneros, que podem ser acessados gratuitamente, além de 46.443 sócios, e realizou 8.323 empréstimos, uma média de 5,5 de obras como: "O Alienista", de Machado de Assis; "Filosofia explica as grandes questões da humanidade", de Clóvis de Barros Filho; "O menino que não queria tomar banho", de Simone Magno; "Conversas que tive comigo", de Nelson Mandela; "Estação Carandiru", de Dráuzio Varella; "Viagens de Gulliver", de Jonathan Swift.

Biblioteca digital
Quem quiser se tornar sócio das bibliotecas pode se cadastrar diretamente nos sites de cada uma das unidades - bsp.org.br/cadastro-online/ e bvl.org.br/cadastro-online/. Para isso, basta ter em mãos o número do documento de identidade, endereço, e-mail e telefone. Será necessário apenas escolher uma senha para acesso aos serviços digitais.

Os sócios também podem fazer empréstimos e reserva de livros físicos, de até duas obras por 15 dias, além de  sugestões de compras para o acervo. A modalidade dá acesso, também, à  Tocalivros, que oferece centenas de audiolivros.

 A BSP e a BVL são equipamentos geridos pela Organização Social SP Leituras - eleita pelo terceiro ano consecutivo uma das 100 Melhores ONGs do Brasil.
Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo
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Amazon entra no mercado de beleza

 



Amazon entra no mercado de beleza
Vivaldo José Breternitz

A Amazon não cansa de surpreender: acaba de abrir em Londres um salão para corte e cuidados dos cabelos, o Amazon Salon, onde estará disponível, dentre outras coisas, um aplicativo de realidade aumentada que permite que os clientes vejam como ficariam com diferentes estilos e cores de cabelo, antes que decidam mudar.

Os clientes serão atendidos por profissionais do famoso Neville Hair & Beauty Salon, que tem atuado no Paris Fashion Week e no festival de cinema de Cannes.

Ao contrário de sua rede de supermercados sem caixas, a Amazon Go, que chegou a Londres há algumas semanas, o Amazon Salon não parece ser a ponta de lança para a entrada em um novo ramo de atividade; a empresa disse que esse será um local para experimentação de novas tecnologias, não havendo planos para a abertura de outros salões.

Com o Salon, a Amazon parece sinalizar seu interesse pelos setores de moda e beleza em geral, nos quais a empresa enfrenta redes de lojas especializadas, como a Amorepacific, um conglomerado sul-coreano que já utiliza tecnologia similar à que o Amazon Salon utilizará.

A chegada do Amazon Salon a Londres vem logo em seguida ao lançamento da Amazon Professional Beauty Store no Reino Unido, uma loja online que vende no atacado mais de dez mil diferentes produtos para cuidados pessoais e beleza.

A Amazon, com 1,2 milhões de empregados, é uma gigante que segue crescendo, tornando-se cada vez mais uma ameaça aos nossos varejistas.

Vivaldo José Breternitz, Doutor em Ciências pela Universidade de São Paulo, é professor da Faculdade de Computação e Informática da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Sobre a Universidade Presbiteriana Mackenzie
A Universidade Presbiteriana Mackenzie está na 103º posição entre as melhores instituições de ensino da América Latina, segundo a pesquisa QS Quacquarelli Symonds University Rankings, uma organização internacional de pesquisa educacional, que avalia o desempenho de instituições de ensino médio, superior e pós-graduação. Possui três campi no estado de São Paulo, em Higienópolis, Alphaville e Campinas. Os cursos oferecidos pelo Mackenzie contemplam Graduação, Pós-Graduação Mestrado e Doutorado, Pós-Graduação Especialização, Extensão, EaD, Cursos In Company e Centro de Línguas Estrangeiras.
Em 2021, serão comemorados os 150 anos da instituição no Brasil. Ao longo deste período, a instituição manteve-se fiel aos valores confessionais vinculados à sua origem na Igreja Presbiteriana do Brasil.

Informações
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terça-feira, 20 de abril de 2021

Congelamento de óvulos

 Congelamento de óvulos: conheça a técnica da reprodução humana que ajuda mulheres a planejarem a vida reprodutiva


Médica da Huntington Medicina Reprodutiva explica como a criopreservação pode ser o procedimento para tornar o sonho da maternidade possível no futuro. Possibilidade de planejar uma gestação tardia quebra barreiras antes impostas pela sociedade e traz para mulheres empoderamento.

O tempo é cruel com as mulheres quando falamos em fertilidade, pois a chance de gravidez está diretamente relacionada com a idade biológica feminina. Estima-se que, ao nascer, a mulher tenha por volta de 7 milhões de óvulos, valor que se reduz aos 500 mil quando ocorre a primeira menstruação, e que chega a menos de 25 mil aos 42 anos. Além do número de óvulos, com o envelhecimento acontece também a perda da sua qualidade, já que os óvulos, além do dano ocasionado pelo envelhecimento natural, podem acumular efeitos do ambiente, como poluição, radiação, medicações e outros.

O congelamento de óvulos vem ganhando cada vez mais espaço nas clínicas de reprodução humana, na mídia e na sociedade. Mulheres que têm 30 anos ou mais e não estão em um relacionamento - ou estão e não sabem se é com essa pessoa que querem construir uma família - ou querem prorrogar o prazo de se tornarem mães, devem saber que existe essa alternativa, e que pode ser a técnica disponível para tornar o sonho da maternidade possível no futuro.

Segundo a Dra. Cláudia Gomes Padilla, médica ginecologista e especialista em reprodução humana do Grupo Huntington, o congelamento é possível em qualquer idade, se houver óvulos em quantidade e qualidade. Porém, as mulheres começam a pensar sobre adiar a maternidade quando já estão chegando aos 35 anos. "O ideal seria congelar os óvulos perto dos 30 anos, mas nessa idade poucas mulheres ainda idealizam uma gestação futura e, por isso, muitas vezes não têm conhecimento da técnica ou estão pensando nessa possibilidade", completa.

Para o congelamento dos óvulos é necessário o procedimento de estimulação da ovulação, a mulher recebe os hormônios FSH e LH, que já circulam normalmente no organismo. Efeitos colaterais podem ou não existir e quando ocorrem costumam ser irritação, ansiedade e inchaço similares ao que a mulher pode sentir na TPM. Se a mulher tiver um estoque ovariano baixo, é possível que ela tenha que se submeter ao procedimento mais de uma vez, pois os médicos sugerem congelar entre 15 a 20 óvulos para ter uma boa margem para o uso nos procedimentos de reprodução assistida no futuro.

"O congelamento de óvulos trouxe para as mulheres o empoderamento reprodutivo, a possibilidade de planejar a vida reprodutiva. Esse protagonismo é muito importante, pois independentemente de estar ou não em um relacionamento, ela terá mais chances de realizar o sonho da maternidade no futuro. Essa nova emancipação ajuda na quebra de barreiras impostas pela sociedade e fortalece também a união entre mulheres", conclui a especialista.

Grupo Huntington

O Grupo Huntington conta com as clínicas Huntington Medicina Reprodutiva e Pró-Criar, e faz parte do grupo internacional Eugin - um dos maiores do mundo. O Grupo Huntington, sob a direção do Dr. Eduardo Motta, é especializado em reprodução assistida e por meio de medicina ética, transparente e de qualidade conta com médicos especialistas em reprodução, prevenção e tratamento da fertilidade vinculados a instituições de ensino e pesquisa no Brasil, Estados Unidos e Europa. Com localizações estratégicas, as unidades de atendimento do Grupo estão na cidade de São Paulo, Campinas, Belo Horizonte, Pouso Alegre e Brasília, oferecendo ao paciente instalações e infraestrutura adequadas para a prestação dos procedimentos realizados.

Campanha #TrintouCongelou

O Grupo Huntington acaba de lançar a campanha "Trintou, congelou!", que visa trazer mais informações para as mulheres sobre fertilidade e congelamento de óvulos. Dessa maneira, elas podem decidir qual é a melhor hora para tentar ter filhos. O congelamento é possível em qualquer idade, se houver óvulos em quantidade e qualidade. Contudo, a idade ideal para a preservação dos seus óvulos é entre os 30 e 35 anos. Portanto, para evitar que o tempo prejudique a fertilidade, o planejamento da maternidade em parceria com um especialista é muito importante. Para divulgar a campanha, além de peças de comunicação nas redes sociais e um site: http://www.trintoucongelou.com.br, a Huntington oferece palestras para empresas sobre fertilidade. #trintoucongelou.

Huntington Medicina Reprodutiva

sábado, 17 de abril de 2021

Tratamento de saúde do Prefeito de São Paulo Bruno Covas (PSDB)

 A equipe médica responsável pelo acompanhamento do prefeito de São Paulo Bruno Covas (PSDB), anunciou nesta sexta-feira (16/04) que "novos pontos" de câncer foram identificados nos ossos e no fígado durante exames de controle. Com isso, ele precisará passar por novas sessões de quimioterapia e imunoterapia para tratar da doença, diagnosticada em 2019 inicialmente na transição entre o estômago e o esôfago. O motivo, segundo boletim divulgado à imprensa, está relacionado à necessidade de ajuste no tratamento.




Bruno Covas anuncia descoberta de nódulo no fígado

Segundo equipe médica responsável pelo tratamento do câncer, originalmente diagnosticado em parte do sistema gastrointestinal, o prefeito de São Paulo passará por novas sessões de quimioterapia para combater a metástase

A equipe médica responsável pelo acompanhamento do prefeito de São Paulo Bruno Covas (PSDB), anunciou nesta sexta-feira (16/04) que "novos pontos" de câncer foram identificados nos ossos e no fígado durante exames de controle. Com isso, ele precisará passar por novas sessões de quimioterapia e imunoterapia para tratar da doença, diagnosticada em 2019 inicialmente na transição entre o estômago e o esôfago. O motivo, segundo boletim divulgado à imprensa, está relacionado à necessidade de ajuste no tratamento. No último mês de fevereiro, Bruno Covas havia interrompido a imunoterapia e passado por um novo protocolo de quimioterapia convencional por conta da identificação de nódulos hepáticos.

A oncologista e coordenadora do grupo de tumores gastrointestinais e neuroendócrinos da Oncoclínicas, Renata D’Alpino, explica que a presença de novos tumores não significa que o prefeito tenha desenvolvido outro tipo de câncer. "Em muitos casos de pacientes com tumores malignos, mesmo com o tratamento, é possível que células cancerígenas se soltem do órgão original onde a doença está localizada e tentem ‘viajar’ para outra parte do corpo. Em geral, esse trajeto não dá certo e essas células são eliminadas pelo organismo, mas quando elas conseguem alcançar uma nova área e se estabilizar, acabam gerando uma multiplicação da doença e o aparecimento do câncer em outra parte do corpo. É o que denominamos como metástase", diz a médica.

No caso de Bruno Covas, embora afete outras áreas do corpo, estes sinais tumorais no fígado e ossos representam portanto novas metástases, tendo as mesmas características da doença inicial e, por isso, não podem ser classificados ou tratados como sendo um câncer diferente. "Por exemplo, quando o câncer de estômago causa metástases no fígado, as células que formam o novo tumor mantêm as suas características de origem, como se fossem uma espécie de clones. Por isso, o recomendável é seguir o protocolo de tratamento indicado para o tipo de câncer original, com quimioterapia ou radioterapia, por exemplo", frisa a especialista.

A metástase geralmente é diagnosticada por meio dos exames de acompanhamento do paciente. Esses testes também ajudam na escolha das condutas a serem adotadas, que leva em conta a origem (tumor primário), o tamanho e a extensão do tumor.

Informações para a imprensa
Digital Trix

segunda-feira, 12 de abril de 2021

Esclerose múltipla: especialista esclarece mitos e verdades sobre imunização

 Esclerose múltipla: especialista esclarece mitos e verdades sobre imunização


• Doença afeta cerca de 35 mil brasileiros[1]

Créditos: freepik - Disponível em br.freepik.com

São Paulo, abril de 2021 - Não é incomum pacientes com doenças autoimunes ter dúvidas sobre vacinação. Devo me vacinar? Qualquer tipo de vacina é compatível? Quais são as recomendações? Para sanar essas e outras dúvidas, conversamos com o neurologista Dr. Herval Ribeiro Soares Neto, que explicou a importância da vacinação em quem lida com uma doença crônica, como a esclerose múltipla (EM), doença autoimune, na qual o sistema imunológico ataca o sistema nervoso central (cérebro e medula espinhal).

"Existem diversos mitos e argumentos contrários à vacinação. E quando se trata de imunização em doenças autoimunes, a desinformação normalmente é maior. Por isso, antes de mais nada, precisamos reforçar que o ganho com a imunização, de maneira geral, é muito grande, ultrapassa a prevenção individual", esclarece o especialista.

Quem tem esclerose múltipla está mais suscetível a contrair infecções.

Verdade. Pessoas com a doença têm um risco maior de contrair infecção quando comparamos com quem não tem uma condição autoimune[2]. Isso pode acontecer porque quando a doença não está controlada, o corpo fica mais suscetível ao ataque de vírus e bactérias. E devemos lembrar que as infecções podem elevar o risco de surtos e aumentar a incapacidade[3], daí a relevância de se vacinar.

A vacinação não é recomendada em pessoas que têm EM.

Mito. A vacinação é um pilar da saúde pública e uma das formas mais seguras e eficazes de prevenir doenças infecciosas[4][5]. Órgãos internacionais, como a National Multiple Sclerosis Society e a Academia Americana de Neurologia (AAN), recomendam que pessoas com EM recebam vacinas de acordo com as diretrizes-padrão. As entidades propõem que a estratégia de imunização seja individualizada por paciente[6], uma vez que o aspecto clínico da esclerose múltipla varia de indivíduo para indivíduo.

Não é qualquer tipo de vacina que é recomendada para quem tem esclerose múltipla.

Verdade. As vacinas podem ser divididas em dois grupos: as atenuadas e as inativadas. Quem tem EM, deve evitar as vacinas atenuadas. Esse tipo de imunizante pode acentuar os sintomas da doença ou causar outros[1]. Por isso, é recomendado evitá-las. Entre as vacinas atenuadas, por exemplo, temos as de tuberculose, sarampo, caxumba, rubéola e da febre amarela, que são, geralmente, contraindicadas para pessoas com sistema imunológico enfraquecido[1]. Normalmente, as vacinas toleráveis em quem tem esclerose múltipla são as de vírus inativado[7], quando o agente infeccioso foi morto e é incapaz de causar a doença; de subunidade[1], quando é utilizada uma parte da proteína ou de um antígeno, e a toxoide[1][8], que contêm uma toxina bacteriana quimicamente modificada, que estimula uma resposta imunológica, ajudando a formação de anticorpos.

Quem usa medicamentos modificadores da doença não precisa reavaliar o status de vacinação para confirmar a imunoproteção.

Mito. Após a imunização é fundamental que o paciente faça uma reavaliação com o profissional de saúde para checar a imunoproteção[4]. A resposta autoimune pode variar em cada caso, por isso, a necessidade dessa checagem com o profissional de saúde que o acompanha.

Quem está em surto deve atrasar a vacinação.

Verdade. De acordo com as diretrizes internacionais, os pacientes em surto devem atrasar a vacinação. Contudo, não temos como estabelecer um período, pode variar de pessoa para pessoa. Esse prazo precisa ser discutido com o médico.

As recomendações a respeito da vacinação para quem tem EM, servem para todos os pacientes.

Mito. As recomendações podem variar. Os profissionais de saúde devem avaliar cada situação de maneira individual.

Para finalizar, Dr. Herval reforça que o paciente sempre deve buscar informações com um especialista. "O paciente deve seguir as recomendações de quem o acompanha. Esses profissionais são as pessoas mais aptas para dar as diretrizes mais adequadas, uma vez que conhecem o histórico e sabem qual é o perfil da doença do paciente", conclui.

Saiba mais sobre a esclerose múltipla[9][10][11]: a EM é caracterizada por um processo de inflamação crônica que pode causar desde problemas momentâneos de visão, falta de equilíbrio até sintomas mais graves, como perda de visão e paralisia completa dos membros. A esclerose múltipla está relacionada à destruição da mielina - membrana que envolve as fibras nervosas responsáveis pela condução dos impulsos elétricos do cérebro, medula espinhal e nervos ópticos. A perda da mielina pode dificultar e até mesmo interromper a transmissão de impulsos nervosos. A inflamação pode atingir diferentes partes do sistema nervoso, provocando sintomas distintos, que podem ser leves ou severos, sem hora certa para aparecer. A doença geralmente surge sob a forma de surtos recorrentes, sintomas neurológicos que duram ao menos um dia. A maioria dos pacientes diagnosticados são jovens, entre 20 e 40 anos, o que resulta em um impacto pessoal, social e econômico considerável por ser uma fase extremamente ativa do ser humano. É uma doença inflamatória e degenerativa, que progride quando não tratada. É senso comum entre a classe médica que para controlar os sintomas e reduzir a progressão da doença, o diagnóstico e o tratamento precoce são essenciais.




Referências

[1] Guia de Discussão sobre Esclerose Múltipla no Brasil - Juntos para um Novo Futuro. Acesse em: www.guiadaem.com.br
[2] Luna G et al. JAMA Neurol. 2019;77(2).
[3] Loebermann M et al. Nature Rev Neurol. 2012;8:143-151.
[4] Chevalier-Cottin E. Infect Dis Ther. 2020 Jun 24 [Epub ahead of print].
[5] Poljak M et al. Clin Microbiol Infect. 2014;20 Suppl 5:1.
[6] Farez M et al. Neurology. 2019;93:584-594.
[7] Ciotti J. Mult Scler Relat Disord. 2020 Aug 1;45:102439 [Epub ahead of print].
[8] Vetter V et al. Ann Med. 2018. 50:110-120.
[9] Neeta Garg1 & Thomas W. Smith2. An update on immunopathogenesis, diagnosis, and treatment of multiple sclerosis. Barin and Behavior. Brain and Behavior, 2015; 5(9)
[10] Noseworthy JH, Lucchinetti C, Rodriguez M, Weinshenker BG. Multiple sclerosis. N Engl J Med. 2000;343(13):938-52.
[11] Cristiano E, Rojas J, Romano M, Frider N, Machnicki G, Giunta D, et al. The epidemiology of multiple sclerosis in Latin America and the Caribbean: a systematic review. Mult Scler. 2013;19(7):844-54.

Pediatra alerta sobre 7 efeitos da pandemia na primeira infância

 

Pediatra alerta sobre 7 efeitos da pandemia na primeira infância

Médica enumera como o distanciamento social pode afetar o desenvolvimento em curto e longo prazos

A pandemia de Covid-19 pegou o mundo de surpresa e colocou praticamente todo o planeta em quarentena. No entanto, é inegável que esse afastamento de uma rotina mais próxima da normalidade, com contato e interação com outras pessoas tem afetado a vida de todos e as crianças estão entre as que mais têm sofrido com isso.

Dra. Renata Aniceto, pediatra da SBP e membro da Liga da Cozinha Afetiva, lista oito efeitos que podem ocorrer durante a primeira infância, quando o cérebro ainda está se desenvolvendo rapidamente e é altamente sensível às adversidades ambientais. Confira:

• Desigualdade social: A deterioração das circunstâncias econômicas agravará ainda mais os riscos imediatos para a saúde, nutrição, cuidados e educação das crianças, segundo a pediatra. "Estima-se que a pandemia pode levar, em um ano, a um adicional de 42 a 66 milhões de crianças que vivem em extrema pobreza, e que os choques econômicos vividos pelas famílias por causa da crise econômica global poderiam reverter os últimos 2 a 3 anos de progresso na diminuição mortalidade infantil", alerta.

• Saúde dos pais: Fatores parentais e familiares são os principais motores do crescimento e desenvolvimento saudável das crianças e, portanto, são primordiais na determinação da gravidade imediata dos impactos da pandemia nas crianças agora e no futuro. "Em situações de crise, os cuidadores primários e os pais lutam para acompanhar o fornecimento de saúde, nutrição, segurança e cuidados com as crianças."

• Alterações comportamentais: Com muitas creches e escolas fechadas e sem interação com outras crianças, a turminha fica privada de estimulação social e cognitiva fora de suas casas - "sem contar as refeições e outros recursos fornecidos por muitos programas de DPI". Dra. Flavia lembra que a evidência inicial mostra aumentos no relato dos pais sobre dificuldades de saúde mental, bem como aumentos nos problemas de comportamento das crianças desde o início da pandemia.

• Crianças com deficiências: Os desafios podem ser ampliados para pais e familiares que cuidam de crianças com deficiências ou que também vivem com deficiência.

• Estresse na gestação: O estresse materno pré-natal pode levar a resultados adversos da gravidez, como parto prematuro e aumento de complicações perinatais.

• Violência doméstica e abuso: Relatórios anteriores mostram que as condições de confinamento e / ou aglomeração estão associadas ao aumento de casos de violência doméstica e abuso infantil.

• Obesidade e comorbidades: Por conta da ansiedade e até do tédio de ficar muito tempo dentro de casa, muitas crianças acabam descontando na comida as suas emoções e, com isso, engordam e prejudicam sua saúde hoje e no futuro.



SOBRE A LIGA DA COZINHA AFETIVA

O feliz encontro de 4 mulheres: as pediatras Dra. Flávia Oliveira, Dra. Renata Aniceto, a nutricionista materno infantil Flávia Montanari e a chef coach Paula Duarte que já estão na estrada da Medicina Culinária há tempos, empoderando famílias e profissionais de saúde.

Quatro profissionais apaixonadas por culinária, ciência e afeto.

O profeto LIGA DA COZINHA AFETIVA visa reaproximar as pessoas do alimento e do ato de cozinhar quebrando as barreiras que foram criadas ao longo dos anos ressignificando o ato de se alimentar. Com embasamento científico e foco na quebra de paradigmas relacionados à nutrição, valorizar os alimentos além dos nutrientes.

A Liga lançou um ebook exatamente com esse objetivo: desmistificar os paradigmas em torno da dificuldade de cozinhar, aliando dicas práticas e também técnicas, nomeado ESSÊNCIA: Medicina do Estilo de Vida e Culinária Afetiva do Projeto Liga da Cozinha Afetiva, o produto já está disponível para venda.

Saiba mais em @ligadacozinhaafativa

Dra. Renata Aniceto|CRM 88006

• Médica formada pela Faculdade de Medicina do ABC

• Pediatria e Hematologia pela FMUSP /SP

• Especialização em Nutrologia pela ABRAN /SP e Nutrologia Pediátrica pela Boston Medicine University

• Atua em consultório pediátrico,atendendo gestantes,crianças e adolescentes através do olhar da Medicina Preventiva.

• Empreendedora e criadora de conteúdo digital em saúde,em 2008 criou o projeto "Cozinha Experimental -da teoria à prática ". Através de cursos práticos com enfoque em Medicina culinária e Nutrição Afetiva, capacitou centenas de mães e de médicos pediatras no que há de mais atual em alimentação infantil.

• Seu conhecimento e experiência na área valeram um convite para fazer parte da "Liga da Cozinha Afetiva", o qual enxergou como uma grande possibilidade de expandir conceitos em alimentação, saúde,estilo de vida e afeto ❤

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domingo, 11 de abril de 2021

2º dia do VII Fórum STHEM Brasil tem apresentações de 152 trabalhos

 2º dia do VII Fórum STHEM Brasil tem apresentações de 152 trabalhos


Destaques foram projetos desenvolvidos durante a pandemia da Covid-19



Imagem: Divulgação FMIT

No segundo dia do VII Fórum STHEM Brasil foram apresentados 152 trabalhos orais das 58 IES associadas ao convênio. No horário das 9h às 10h30, foram apresentados 42 trabalhos, distribuídos em 7 salas. Na sala 6, dois trabalhos chamaram atenção por terem sido desenvolvidos no período do início da pandemia: "Educação em tempos de pandemia: a necessidade de utilização de ferramentas tecnológicas", das professoras Lilian Cristiane Moreira e Livia Naiara de Andrade e "Distanciamento Social: contribuições do curso de Pedagogia para um novo fazer educacional", das professoras Patrícia Peixoto Carneiro Viegas e Patricia Uebe Ribeiro, ambos da Uniptan, do Grupo Afya. Os trabalhos foram coordenados pelo professor Octavio Mattasoglio Neto, do Instituto Mauá e representante do Comitê Gestor do Consórcio STHEM Brasil.

O primeiro teve como objetivo ofertar oficinas a professores de educação infantil, do ensino médio e fundamental para capacitá-los no uso de ferramentas tecnológicas no atendimento ao novo modelo educacional implantado a partir da pandemia do coronavírus. "Muitos professores que participaram das oficinas não tinham costume de usar ferramentas e os recursos apresentados como formação em Word, uso do Power Point, Google Drive, formulários, conversor de PDF, espaços de compartilhamento e colaboração e até redes sociais. E o resultado foi muito positivo porque percebemos que muitos deles estavam despreparados para conduzir aulas remotas durante a pandemia", disse a professora Lilian Moreira.

O segundo teve como objetivo discutir a experiência desenvolvida com a implementação do Projeto Estágio Curricular Supervisionado, que propiciou espaços de atuação e intervenção remota para discentes do curso para cumprimento de carga horário exigida, em meio ao contexto remoto. "O projeto trouxe soluções que foram multiplicadas e estendidas além das cargas horárias dos discentes e fez a academia ir de encontro da educação básica, além de atender necessidades da comunidade educacional externa atuando em ambientes não escolares", explicitou a Profa. Patrícia Viegas.

No horário das 10h45 às 12h15, divididos em 6 salas, foram apresentados 37 trabalhos sobre temas diversos. No horário das 13h30 às 15h30, divididos em 7 salas, foram apresentados 43 trabalhos. Na sala 2, o trabalho do professor Gerson Hiroshi Yoshinari Júnior, médico da Faculdade de Medicina de Itajubá (MG) detalhou o projeto "Project Based Lerning - Face Shield no contexto da pandemia Covid-19".

"Recebemos uma demanda dos alunos para a criação de Face Shields na primeira semana de isolamento da pandemia. As interfaces foram muito importantes porque o nosso Núcleo de Inovação juntou grupos interdisciplinares de trabalho da Unifei e FMIT (Engenharia e Medicina), que se uniram para criar, produzir e distribuir gratuitamente as máscaras de proteção tipo Face Shields, com a verificação e validação dos modelos a serem produzidos buscando e respeitando a legislação específica de paramentação e biossegurança. Deu tão certo o trabalho, que acabou por se transformar em um projeto de extensão", disse o Dr. Gerson Hiroshi.

O segundo trabalho "Problematização e sala de aula invertida no ensino odontológico em tempos de pandemia", apresentado pelo professor Gustav Guimarães do Centro Universitário São Lucas, do Grupo Afya em Porto Velho (RO), foi colocar para 41 professores um problema, que poderia ter solução presencial, mas que teria de se desenvolver totalmente em ambiente virtual. "Para aumentar o engajamento dos alunos transferimos a aula em tempo real para um laboratório multidisciplinar onde os discentes foram estimulados a participar da resolução de suspostas situações clínicas. No final fizemos uma avaliação que resultou em um aproveitamento de 71,42% de acertos nas respostas". A coordenação foi do professor David Garcia Penof, do Instituto Mauá de Tecnologia.

No horário das 15h45 às 17h30, divididos em 5 salas, foram apresentados 30 trabalhos. Na sala 1, a professora Sandra Belloli de Vargas, do Núcleo de Apoio e Inovação Pedagógico (NAeIP) da Faculdade Dom Bosco de Porto Alegre (RS), tratou da "Sala de aula invertida em tempos de pandemia". Seu trabalho com alunos foi com o uso da Kahoot, uma plataforma de aprendizado baseada em jogos, usada como tecnologia educacional, com testes de múltipla escolha que permitem a geração de usuários e podem ser acessados por meio de um navegador da Web ou do aplicativo Kahoot.

"Os alunos gostaram muito dessa ferramenta e dos 31 alunos que passaram pelos jogos, 24 responderam e apenas um disse que não aprendeu nesse período de aulas remotas. Acharam a ferramenta fácil, que a aprendizagem do conteúdo foi melhor mas tiveram dificuldades em conexão com a internet e no uso do celular". Em seguida foi apresentado pelas professoras do NAeIP, Sandra Belloli de Vargas, Adriana Scherer e Débora Grivot os resultados de vários trabalhos durante a pandemia "Os professores precisaram se reinventar, aprender a aprender com muita inovação e criatividade". A coordenação ficou a cargo da Profa. Erika M. Britto Passos, da Escola de Engenharia Mauá do Instituto Mauá de Tecnologia.

O último dia do fórum será nesse sábado (10), a partir das 10 horas, com a palestra "Engajamento de alunos, mudança na Educação do Século XXI", do Prof. Emilio Munaro, vice-presidente de Desenvolvimento Global & Comunicação do Instituto Ayrton Senna e o Painel de fechamento do evento com as participações do presidente do Consórcio STHEM Brasil, Fábio Garcia Reis; da presidente do Semesp e da Universidade Santa Cecília (Unisanta), Profa.Lúcia Teixeira, do vice-reitor de Ensino e Membro do Comitê Gestor do consórcio, Bruno de Andrade Moraes Teixeira e do vice-presidente acadêmico da Imed, William Zanella.

Programação completa e mais informações em: http://www.sthembrasil.com/7forum/

Sobre o STHEM Brasil - Nascido em 2014, o consórcio promove a inovação acadêmica por meio de uma rede de cooperação de IES brasileiras para formar professores e gestores capazes de lidar com os desafios da sociedade e ser referência em inovação acadêmica para o avanço da educação brasileira. Ao longo de seus 7 anos, tornou-se uma sólida rede de cooperação acadêmica formada por 58 IES (51 privadas e 6 públicas) em 14 estados brasileiros, e uma em Coimbra (Portugal), com mais de 15 mil professores e cerca de 800 mil alunos.

Mais informações:

Convergência Comunicação Estratégica