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terça-feira, 8 de março de 2022

Professor da FEI comenta os efeitos da crise de Supply Chain em inflação histórica dos EUA

 


 

Professor da FEI comenta os efeitos da crise de Supply Chain em inflação histórica dos EUA

 

Coordenador do curso de Engenharia de Produção da FEI explica como problemas nas redes globais de distribuição se intensificaram, acarretando uma inédita elevação de preços

 

Problemas constantes desde o começo da pandemia em levar mercadorias para consumidores e indústrias no mundo todo continuam elevando os preços de carros, chips de computador (semicondutores), móveis e demais produtos, gerando efeitos como o desabastecimento e o atraso em entregas essenciais para consumidores e setores produtivos em todo o mundo. “A crise global nas cadeias de distribuição e logística, o chamado supply chain, fizeram, por exemplo, com que os EUA registrassem o maior aumento anual de preços desde fevereiro de 1982”, relata Fernando Cezar Leandro Scramim, professor e coordenador do curso de Engenharia de Produção da FEI.

 

No sentido do que explica o professor, o Índice de Preços ao Consumidor (CPI, na sigla em inglês) avançou 7,5%, impulsionando valores para carros e caminhões usados (37,3%), alimentos (6,3%) e vestuário (5,8%), além dos custos de energia e aluguel, que contribuem para um cenário econômico inédito em 40 anos, conforme reportado recentemente pelo jornal The New York Times em fevereiro de 2022, com base em dados do Departamento de Estatísticas do Trabalho dos EUA.

 

Segundo o docente FEIano, alguns fatores contribuem para esse cenário. “A variante Ômicron, por exemplo, está infectando trabalhadores não apenas em fábricas, mas também em portos, centros de distribuição e pontos de armazenagem, tornando alguns produtos e peças usadas na produção de mercadorias difíceis de serem encontrados no atual mercado”, destaca ele, que é especializado em análise de custos e engenharia econômica. “Além disso, a demanda crescente dos consumidores, cada vez mais dependentes dos sistemas de entrega, continua elevando os preços de frete e levando os aumentos dos preços dos combustíveis para uma variedade de produtos”, diz.

 

Embora haja expectativa de que os problemas da cadeia global de suprimentos eventualmente se solucionem com o fim da pandemia, de acordo com o professor, muitas empresas continuam a distribuir o peso financeiro dos desafios logísticos nos valores repassados aos seus clientes. O custo de importação de produtos da China, por exemplo, disparou a níveis antes impensáveis. O preço para enviar um contêiner de lá para a costa oeste dos EUA, em um dos trechos mais movimentados do comércio internacional, chegou a atingir em setembro de 2021 mais de US$ 20 mil, um valor dez vezes maior do que na comparação com dois anos atrás. Em janeiro de 2022, com o prognóstico de redução dos efeitos da pandemia, os preços recuaram, mas ainda estavam na casa dos US$ 15 mil.


No entanto, para Scramim, algumas soluções podem acelerar o retorno à normalidade das operações de supply chain. “Neste momento de crise, as empresas precisam gerenciar rigorosamente as condições de excesso de capacidade, que as obrigam a trabalhar com volumes cada vez maiores, ou mesmo investir em armazéns com excesso de capacidade, o que resulta em aumento nos custos unitários das mercadorias. O contexto impõe a necessidade de soluções de supply chain que utilizem metodologias mais ágeis, adaptáveis e equipadas com todas as ferramentas essenciais de visibilidade, focando na redução dos custos logísticos por meio da otimização dos fluxos de materiais entre clientes e fornecedores”, finaliza o professor da FEI.

 

 

  • Qual é a perspectiva para a normalização da supply chain e o que pode ser feito por empresas neste momento para que seus efeitos sejam mitigados?
  • Quais são as indústrias e setores produtivos atualmente mais afetados pela crise de supply chain? Como elas vêm trabalhando a questão?
  • Quais são as repercussões econômicas e de mercado da crise de supply chain no Brasil? Como o País está inserido neste cenário? Para além de efeitos e riscos, a exemplo dos preços elevados, há oportunidades para nossas empresas?

SUGESTÃO DE FONTE 

 

  • Fernando Cezar Leandro Scramim: professor e coordenador do curso de Engenharia de Produção da FEI.

 

Sobre a FEI 

Com 80 anos de tradição, a FEI é referência entre as instituições de Ensino Superior no Brasil nas áreas de Administração, Ciência da Computação e Engenharia. A Instituição, que possui história em inovar, já formou mais de 60 mil profissionais e tem como propósito proporcionar conhecimento aos seus alunos por todos os meios necessários, visando à construção de uma sociedade desenvolvida, humana e justa.

 

Mantida pela Fundação Educacional Inaciana Pe. Sabóia de Medeiros, a FEI integra a Rede Jesuíta de Educação e oferece os cursos de Administração, Ciência da Computação e Engenharia -- habilitações em Engenharia Civil; Engenharia de Automação e Controle; Engenharia de Produção; Engenharia Elétrica; Engenharia Mecânica e Engenharia Mecânica com ênfase Automobilística; Engenharia Química e Engenharia de Robôs. Oferece ainda cursos de pós-graduação lato sensu nas áreas de Gestão, Tecnologia e Engenharia; mestrado em Administração, Engenharia Elétrica, Mecânica e Química; e doutorado em Administração e Engenharia Elétrica.

 

Informações para a imprensa 

CDI Comunicação

Grupo Alibaba realiza programa de treinamento

 Grupo Alibaba realiza programa de treinamento para apoiar empreendedores e auxiliar no crescimento e na digitalização de empresas brasileiras

Com inscrições gratuitas, o evento é direcionado a C-Lvls de qualquer setor no Brasil

 

São Paulo, 25 de março de 2022 - O Alibaba Global Initiatives (AGI), braço de treinamento e educação do Grupo Alibaba, oferecerá o primeiro programa Alibaba Netpreneur Masterclass no Brasil. O treinamento, direcionado a empreendedores e C-lvls de qualquer setor, será totalmente gratuito e online, mas com vagas limitadas. O evento dura 4 semanas e as inscrições podem ser feitas no site do treinamento. Um processo seletivo seguirá após o registro e os participantes qualificados poderão participar do programa sem nenhum custo.
 

Ministrado por líderes do Alibaba, executivos de negócios e especialistas em economia digital de toda a China, o Alibaba Netpreneur Masterclass irá abordar aspectos cruciais para fazer negócios na era digital. As aulas, todas em inglês, serão focadas em lições, práticas e insights da economia digital na China. Também serão apresentadas técnicas para o uso estratégico de tecnologias digitais e cases concretos de companhias tradicionais que transformaram seus negócios.

Além do foco no aprendizado de como aproveitar a tecnologia e ferramentas inovadoras de marketing digital e análise de dados para construir um negócio digital, o programa também inclui lições de liderança e gerenciamento organizacional, abordando estratégias de desenvolvimento corporativo e desenvolvimento de estratégias corporativas guiadas por missão, visão e valores, usando o Grupo Alibaba como estudo de caso.

Os participantes que concluírem com sucesso o programa receberão um certificado e terão acesso à comunidade global de ex-alunos do Alibaba Global Initiatives, além de serem especialmente considerados para o programa que será organizado em Hangzhou, na China, após a pandemia.

“Temos realizado esse programa globalmente, visando construir futuros líderes do mercado digitals que podem influenciar a visão estratégica de suas empresas a longo prazo e liderar o processo de transformação digital com um todo. Somos muito encorajados por empreendedores que estão liderando a inovação digital nos mercados de rápido desenvolvimento, como o Brasil, Chile e Colombia. Nós esperamos que eles se beneficiem do conhecimento e insights acumulados pelo Alibaba para acelerar o desenvolvimento do varejo nesses países”, Dan, Diretor do Alibaba Global Initiatives (AGI)

Vendedores brasileiros são incentivados a participarem do programa e aplicar seus conhecimentos diretamente no AliExpress, que desde agosto de 2020, permitiu a entrada de novos sellers que podem vender diretamente em território nacional.

 

SERVIÇO:
Nome do evento: Alibaba Netpreneur Masterclass

Data / Horário: 10 de março de 2022

Duração das aulas: 6-8 hours per semana

Investimento: evento gratuito.

Contato para dúvidas: globalinitiatives@alibaba-inc.com.

 

Sobre o AliExpress - Lançado em 2010, o AliExpress é um marketplace global do Grupo Alibaba, que dá aos consumidores em todo o mundo a possibilidade de comprar diretamente de fabricantes e distribuidores. A organização pretende se tornar uma plataforma para que comerciantes de todas as partes do mundo possam vender local e globalmente. O AliExpress opera em vários idiomas, entre eles português, inglês, russo, espanhol, italiano e francês.   

Sobre o Alibaba Group - O Alibaba Group é uma multinacional de tecnologia cuja missão é tornar mais fácil fazer negócios em qualquer lugar na era digital. O grupo pretende construir a infraestrutura comercial do futuro, visando que seus clientes possam se encontrar, trabalhar e viver inseridos no universo do Alibaba, que será uma empresa que durará pelo menos 102 anos.   

 

Informações para a imprensa  

 

APPROACH COMUNICAÇÃO  

Jovem deve ser o foco das campanhas eleitorais

 

Políticos precisam planejar suas estratégias de campanha

com o objetivo de alcançar seus futuros eleitores


 As novas tecnologias mudaram as campanhas eleitorais em todo o mundo. A TV e o rádio deixaram de ser os principais palcos de comunicação com o eleitor e as últimas eleições para a presidência em países com muitos eleitores, tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil, foram definidas pelas redes sociais.

 

O principal público das plataformas digitais não há dúvidas de quem seja: o jovem. Esta configuração faz com seja imprescindível que as estratégias de campanha sejam montadas levando em consideração os gostos, as linguagens e o universo desses eleitores.

 

“Em um clima de maior interesse político, como estamos vivendo, uma mensagem bem embalada acaba por envolver os jovens. Eu acho que os políticos precisam pensar em quem vai votar nele no futuro”, disse Paulo Kramer, que é mestre e doutor em Ciências Políticas.

 

O especialista considera que os novos meios de comunicação fornecem diversas ferramentas para alcançar o público desejado. Diferente das antigas tecnologias, que eram feitas para uma massa generalizada, as redes sociais permitem que a comunicação seja direcionada para pessoas com gostos e idades específicas.

 

Atualmente resta aos partidos a missão de se organizarem para buscar o jovem. Como deixa claro o cientista político, “as estratégias de campanha precisam ser pensadas com o objetivo de alcançar o jovem porque a eles pertence o futuro da política” afirmou.

 

As assertivas foram ditas por Kramer em uma entrevista concedida a Márcio Coimbra, presidente da Fundação da Liberdade Econômica (FLE). A conversa aconteceu no #19 episódio do podcast Liberdade em Foco com o tema “campanha eleitoral não é para amadores”. Você pode conferir a íntegra do conteúdo no site da fundação ou no Spotify.

 

Sobre a FLE
 

A Fundação da Liberdade Econômica (FLE) é um centro de pensamento, produção de conhecimento e formação de lideranças políticas. É baseada nos pilares da defesa do liberalismo econômico e do conservadorismo como forma de gestão. Criada em 2018, a entidade defende fomentar o crescimento econômico, dando oportunidades a todos. Nesse sentido, investe em programas para a formação acadêmica, como centro de pensamento e desenvolvimento de ideias. Ao mesmo tempo, atua como instituição de treinamento para capacitar brasileiros ao debate e à disputa política.

 

Mais informações:
 

Assessoria de Imprensa / Relações Públicas

Professores: Cultura Digital

 


O Ministério da Educação (MEC) instituiu a "Cultura Digital" como uma das cinco competências da Base Nacional Comum Curricular, a BNCC. Para o MEC, todo jovem precisa compreender, utilizar e criar tecnologia de forma reflexiva, significativa e ética. Assim, os educadores precisam desenvolver em seus alunos habilidades digitais, como lógica da programação e a capacidade de lidar com problemas de modo estruturado, tornando-os protagonistas da tecnologia.


Focado no professor como ator de fundamental importância nesse processo, a Digital House desenvolveu um programa que trabalha a formação de educadores e estudantes nas áreas de Programação e Empreendedorismo Digital, com módulos voltados a Marketing, UX, Programação, Cultura e Cidadania Digital. O programa atravessa todo o currículo, e incorpora nos profissionais de educação aspectos que vão além da decodificação, os recolocando como sujeitos em relação ao mundo digital

Cultura Digital: professores se capacitam para lecionar em um mundo digital

 

 

Especialista em desenvolvimento de pessoas dá dicas preciosas para empresas implementarem uma cultura diversa e inclusiva

 

As crianças que hoje estão na escola, das gerações Z e Alpha, nasceram em um ambiente onde celulares e tablets são parte do cotidiano, com amplo acesso à informação e à troca constante de dados. Para estes nativos digitais, a comunicação e os relacionamentos através da rede são algo natural. Eles demandam um novo processo de ensino e aprendizagem, para o qual a maioria dos professores não está preparada.

Desde 2017, o Ministério da Educação (MEC) entende esta urgência e, por isso, instituiu a “Cultura Digital” como uma das cinco competências da Base Nacional Comum Curricular, a BNCC. O ensino remoto, impulsionado pela pandemia, expôs a todos essa necessidade. Para o MEC, todo jovem precisa compreender, utilizar e criar tecnologia de forma reflexiva, significativa e ética. Assim, os educadores precisam desenvolver em seus alunos habilidades digitais, como lógica da programação e a capacidade de lidar com problemas de modo estruturado, tornando-os protagonistas da tecnologia.

Os alunos que ingressarem no ensino médio a partir deste ano vão se deparar com uma novidade. O novo ensino médio, aprovado em uma lei de 2017, passa a valer a partir deste ano letivo e vai mudar gradativamente o ensino em escolas públicas e privadas de todo o país. Entre outros pontos, o novo formato prevê o aumento de horas letivas anuais e mudanças na grade curricular e até no objetivo do próprio ensino médio.

O que antes poderia ser visto como uma preparação para o ensino superior vai passar a ter um olhar voltado ao mercado de trabalho. Isso porque esta etapa de ensino será integrada a cursos técnicos que farão com que o aluno, ao concluir este nível, tenha também o diploma de uma área específica.

O desenvolvimento dessas competências esbarra na ausência de um currículo que capacite professores em habilidades digitais nas escolas de educação básica. Assim surgem iniciativas como a DH Schools, unidade de negócios Digital House que capacita os docentes na compreensão da lógica de programação, a fim de que possam ser multiplicadores desse conhecimento. Para a coordenadora pedagógica da iniciativa, Katia Helena Pereira, desenvolver habilidades digitais é parte fundamental do novo itinerário formativo do ensino médio. “O papel do professor é extremamente significativo para a construção da consciência social de seus alunos e forte influência em suas escolhas profissionais, rompendo as fronteiras do mundo escolar, ao conectar a sala de aula com a contemporaneidade.”

Katia faz um alerta. Existe uma percepção equivocada de que o jovem é proficiente digitalmente, de que compreende e interpreta a complexidade destas tecnologias. A necessidade do ensino remoto mostrou que isso não é verdade. Percebeu-se que nem todos os jovens são bons usuários dessas tecnologias, sem dominar as linguagens que as compõem, produzindo usos equivocados como a divulgação de dados pessoais nas mídias sociais e comprometendo inclusive a segurança das pessoas.”

Professores se capacitam nesse novo cenário

O programa trabalha a formação de educadores e estudantes nas áreas de Programação e Empreendedorismo Digital, com módulos voltados a Marketing, UX, Programação, Cultura e Cidadania Digital. Katia, que é doutora em educação, defende a modernização do currículo escolar. "Atravessamos todo o currículo, incorporamos na escola aspectos que vão além da decodificação, mas que recolocam o sujeito com proposições mais conscientes e autorais em relação ao mundo digital. O professor é um ator de fundamental importância nesse processo. Além de facilitador do conhecimento, é alguém que inspira e influencia os alunos.”

Desde 2019, a escola, junto a instituições parceiras, já capacitou mais de 300 professores de educação básica no uso de ferramentas e habilidades digitais, enriquecendo o currículo dos docentes e modernizando o repertório de trilhas formativas oferecidas. Caso da pedagoga, formada em Letras, Maria Paulaprofessora do Colégio Franciscano Seibo, de Mogi das Cruzes, Grande São Paulo, que se formou em 2019 e teve novas percepções de sua carreira. “Hoje, leciono uma disciplina que chamamos de Projeto de Vida - Empreendedorismo, em que trabalhamos aspectos da cidadania digital, que vai muito além do simples acesso à informação. Passa pela capacidade de interpretar estes dados à necessidade de atenção dos alunos para as chamadas fake news, por exemplo.”

 

A capacitação em Cultura Digital desenvolveu em Paula um novo olhar sobre sua profissão: “O curso me deu uma nova visão da sala de aula, pois as atividades remotas me mostraram o potencial do mundo digital. Além de simplesmente replicar a informação, me apaixonei pelo assunto”, diz ela, que hoje faz especialização em Análise de Sistemas. 

 

Sobre os novos usos da tecnologia, ela tem algumas ressalvas: "Falta senso crítico aos alunos no uso dessas ferramentas. Práticas como o bullying, por exemplo, nos mostram a necessidade de trabalhar estes jovens para a consciência do uso das redes, além da simples promoção da imagem pessoal. Provocamos nos alunos o pensamento crítico, trabalhamos o socioemocional, os levamos a pensar no eu e no próximo, a pensar em pautas da cidadania, diversidade e meio ambiente.”

 

O desenvolvimento de competências digitais passa por entender, interpretar e criar tecnologias, tornando-se proficiente digitalmente, sabendo usar estas habilidades, comunicar-se e criar recursos digitais. Isso amplia perspectivas de atuação profissional na área digital e melhora sua relação com os recursos tecnológicos oferecidos.

 

Esta busca por especialização também está presente na rede pública. A Secretaria do Estado de Educação de São Paulo, em parceria com a Digital House, desenvolveu o programa Estação Hack para Educadores. O curso busca integrar educadores e alunos no mundo da programação, com aulas de HTML e CSS.

Os docentes capacitados se tornaram multiplicadores desse conhecimento em suas escolas de origem. Caso da professora Ana Maria, da Escola Estadual Mauro de Oliveira, de São Paulo.

Ela já buscava especialização na área, mas o advento da pandemia e a necessidade das aulas remotas a levaram a acelerar esse processo.”O curso me abriu os olhos e ampliou a minha visão sobre tecnologia, me permitindo enxergar a rede além dos navegadores de internet. Aprendi linguagem de programação e acesso esse conhecimento na matéria eletiva que leciono, desenvolvimento de websites, para os alunos do ensino médio.”

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Para a professora, pensar em cultura digital é abrir novas portas para seus alunos. ”Antes das aulas, eles tinham uma cabeça gamificada, buscando apenas lazer no uso das redes, voltada principalmente para jogos. Estavam no modo automático. Ao aprenderem linguagem de programação, codificaram esse conhecimento em aplicações que vão desde o desenvolvimento de websites até aplicações em robótica. É algo libertador, eles estão amando.”

 

Observar essas transformações em alunos da rede pública é uma das motivações da coordenadora da iniciativa. Katia ressalta que as tecnologias digitais estão em todos os aspectos da vida social contemporânea: “Cidadania digital abrange do acesso ao mundo da informação à capacidade de interpretar esses dados, desconfiando de fake news, por exemplo, e se preparando melhor para o mundo do trabalho.”

 

Sobre a Digital House

 

Fundada em 2015, a Digital House (DH) é uma instituição educacional cuja missão é transformar as vidas das pessoas por meio da formação em disciplinas digitais. Com alunos em todo o Brasil e na América Latina, é a comunidade de educação referência na região.

 

Com cursos 100% a distância e aulas ao vivo, a Digital House desenvolve junto aos seus alunos um trabalho focado na prática e no preparo para a vida profissional, com acompanhamento e suporte do Departamento de Carreiras para a inserção no mercado de trabalho e com taxa de empregabilidade de 95%, segundo último levantamento interno realizado.

 

A escola oferece eventos gratuitos e programas in-company adaptados às necessidades de cada empresa, bem como cursos intensivos e programas executivos em cinco áreas do conhecimento: Programação (Web Full Stack, Desenvolvimento Mobile Android, Desenvolvimento Mobile iOS); Marketing Digital (Básico e Avançado); Dados (Data Analytics e Data Science); UX (Experiência do Usuário); e Negócios (Gestão de Produtos Digitais, Gestão de RH Digital, Imersão em Transformação Digital, Agile for Business, Gestão de Marketing Digital e Consultor de Vendas Mercado Livre).

 

Para aqueles que buscam uma formação mais aprofundada como desenvolvedor, a edtech também oferece o Certified Tech Developer, criado em parceria com o Mercado Livre e Globant. Com duração média de 2 anos, o curso é baseado no conceito acadêmico centrado em metodologias ágeis para programação, conhecimento técnico e outras habilidades exigidas na profissão de desenvolvedor ou programador.


Dicas simples para quem quer fazer um upgrade no computador

 Dicas simples para quem quer fazer um upgrade no computador

para estudar, trabalhar ou jogar

Gerente de Tecnologia da Kingston explica como ter o melhor
computador para seu uso e objetivo
 

São Paulo, 07 de março de 2022 -- A pandemia estabeleceu mudanças de hábitos que se tornaram tendências, como o trabalho remoto e o ensino à distância. Segundo pesquisa feita pela Bain&Company, 30% dos brasileiros querem continuar trabalhando integralmente em home office em pelo menos cinco dias da semana, enquanto outros 33% optariam por trabalhar dois a três dias no escritório.

 

Já o ensino à distância tende a superar o presencial neste ano de 2022, como aponta o estudo da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES). De acordo com o levantamento, a busca por cursos em EAD cresceu 59% entre 2020 e 2021, em comparação aos anos anteriores.

 

Segundo dados da Pesquisa Games Brasil (PGB), 40,7% dos brasileiros entrevistados utilizam o computador para jogar.

 

Para garantir qualidade nas videochamadas do EAD, a produtividade do home office e ainda a melhor performance em jogos, a Kingston Technology separou algumas dicas sobre upgrade. Existe uma solução perfeita para cada necessidade.

 

Travamento e lentidão

A lentidão do computador depende da mídia de armazenamento. No caso do computador possuir apenas HD (disco mecânico), ele está sujeito a danos físicos como quedas e falhas por queda de energia. “Quando o computador está travando ou apresentando lentidão, a solução é optar por um SSD, que proporciona maior segurança por ter memória flash, ou seja, as informações não ficam salvas em um dispositivo mecânico. Além de melhorar o desempenho, o SSD garante maior segurança no armazenamento de dados”, explica Iuri Santos, gerente de tecnologia da Kingston Brasil.

 

Para laptops e PCs pequenos e finos, o NV1 da Kingston é o SSD mais indicado. Com performance NVMe PCIe, o NV1 é 35 vezes mais rápido do que um disco rígido tradicional, processando mais de 2GB de informação por segundo e está disponível em capacidades de 250GB a 2TB.

 

Entretanto, o modelo de SSD vai depender do perfil de cada usuário. Caso ele use o computador em intensas cargas de trabalho e precise em sua rotina renderizar em 3D e produzir conteúdo 4K+, o KC3000 da Kingston é o SSD ideal para atingir a performance desejada. Para conferir todas as opções de SSD da Kingston, acesse: kingston﹒com/br/search/product?q=ssd

 

Expansão de memória RAM

Se usuário tem a necessidade de abrir muitos programas ao mesmo tempo e o número de aplicações abertas supera a quantidade de memória RAM disponível, o computador começa a usar o SSD como memória adicional, prejudicando a performance de ambos. Neste caso, é indicado expandir a memória RAM do computador e a Kingston possui opções para diferentes perfis de usuários.
 

Para usar o computador em programas básicos, como pacote office, o pente DDR4 de 8GB é indicado, mas caso o usuário queira jogar e fazer streaming simultaneamente, é preciso no mínimo 16GB de memória RAM.
 

“A quantidade de GBs irá variar de acordo a quantidade de programas abertos simultaneamente. É importante ressaltar para melhoria de performance é preciso verificar se o computador está com os dois slots de RAM instalados e sendo utilizados. Todas as plataformas trabalham com números pares de memórias, ou seja, para melhor desempenho se faz necessário usar dois ou quatro módulos de memória. Se utilizar número ímpar, a expansão será ineficaz”, detalha o executivo.
 

Os módulos de memória da linha Kingston FURY se encaixam perfeitamente na vida de gamers e entusiastas que buscam alta performance para seus setups. Os módulos de memória da linha gamer garantem alto desempenho mesmo quando utilizadas em situações extremas, como lives em 4K ou animações 3D e renderizações. Além disso, seus módulos da tecnologia DDR5 já oferecem velocidades mínimas de 4.800MHz e são certificados pela Intel.
 

No site da Kingston, além de conhecer a linha Kingston Fury, é possível verificar qual a memória padrão é compatível com cada computador, acesse: kingston﹒com/br/memory/search
 

Sobre a Kingston

De notebooks e PCs a big data, passando por dispositivos wearable e smart com IoT (internet das coisas), até o design e a fabricação de peças por contrato, a Kingston ajuda a entregar soluções para viver, trabalhar e jogar. Os fabricantes de PC e as maiores empresas de armazenamento em nuvem do mundo dependem da Kingston para suas necessidades de fabricação, e nossa paixão alimenta a tecnologia que o mundo usa todos os dias. Nos esforçamos além dos produtos para ter uma visão ampla, atender as necessidades dos nossos clientes e oferecer soluções que fazem a diferença. Para saber mais como a Kingston está com você, acesse o site.

 

Nota: O nome e o logotipo Kingston são marcas registradas da Kingston Technology Corporation. Todos os direitos são reservados. Todas as demais marcas são propriedade de seus respectivos detentores.

 

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Informações para a Imprensa

FSB Comunicação

Mariana Viana -- mariana.viana@fsb.com.br

Guilherme Galvão -- guilherme.galvao@fsb.com.br

segunda-feira, 7 de março de 2022

Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo adota copos reutilizáveis


Expectativa é diminuir consumo interno de copos plásticos descartáveis em, ao menos, 25%, e contribuir com preservação ambiental
 

Da Redação - Foto: Carol Jacob

A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo vai adotar copos reutilizáveis para reduzir o consumo de copos plásticos descartáveis. O principal objetivo é contribuir com a preservação do meio ambiente e a redução dos custos, além de incentivar o consumo consciente e cuidado ambiental entre os colaboradores -servidores, terceirizados e estagiários.

A iniciativa integra o programa Alesp Preserva, criado na gestão da atual Mesa Diretora, para reduzir o consumo de energia elétrica, de água e de papel por meio de ações de sustentabilidade, como geração de energia solar, substituição de equipamentos hidráulicos e implantação de software de gestão e digitalização de processos físicos.

A expectativa é reduzir o consumo de copos plásticos descartáveis em, ao menos, 25% -para 1 milhão de unidades por ano. A quantidade seria usada apenas por visitantes, uma vez que todos os servidores, colaboradores terceirizados e estagiários receberão os copos reutilizáveis. Por dia, cerca de 5.000 pessoas passam pela sede da Alesp.

"O programa Alesp Preserva tem iniciativas em diversas frentes. A redução do consumo dos copos plásticos descartáveis é uma delas e vai representar muito para o meio ambiente e para a economia do Parlamento. Espero que essa medida sirva de exemplo e possa ser adotada por todos", disse o presidente da Alesp, deputado Carlão Pignatari.

Com a iniciativa da Divisão de Almoxarifado e Patrimônio, a Alesp atende inclusive à lei 12.300/2006, que estabelece a Política Estadual de Resíduos Sólidos no Estado de São Paulo. Em um dos seus artigos, a lei incentiva práticas ambientalmente adequadas de reutilização e redução de resíduos, e o aporte de recursos orçamentários no combate à poluição, por exemplo.

O 1° secretário da Alesp, deputado Luiz Fernando, disse que o Parlamento está atento às questões ambientais e vem estabelecendo uma série de políticas. "Dessa maneira, somente vão utilizar copos descartáveis as pessoas que estarão passando pela Assembleia. Nós queremos reduzir a geração de resíduos, e garantir uma natureza melhor para futuras gerações", disse.

O deputado Rogério Nogueira, 2º secretário, disse que a iniciativa da Assembleia paulista é totalmente consonante com as práticas focadas no consumo responsável em prol do meio ambiente sustentável. "A Alesp mostra mais uma vez que se preocupa com as questões do meio ambiente e com as posturas que a sociedade precisa aderir daqui pra frente. É uma iniciativa que eu considero muito positiva", disse, ressaltando seu Projeto de Lei 736/19, que proíbe o fornecimento de copos, pratos, talheres e mexedores de bebidas confeccionados com material plástico no Estado.

Saiba como montar um bom plano de estudos para os vestibulares

 


 

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Saiba como montar um bom plano de estudos para os vestibulares

 

Coordenador do Poliedro Curso aponta a importância de um planejamento muito bem

estruturado, equilibrado e orgânico

 

As aulas nos cursinhos Pré-vestibular e escolas começaram, e para muitos estudantes é o ano de se preparar para os principais e mais concorridos vestibulares do País, o que exige um planejamento robusto para guiar seus estudos e obter um bom desempenho nas provas.

 

De acordo com o coordenador do Poliedro Curso de São José dos Campos, Márcio Guedes, antes de tudo, o estudante precisa alinhar sua questão comportamental, ou seja, se preparar emocionalmente e racionalmente para um ano de Pré-vestibular. “É importante entender que é preciso criar uma rotina para esse projeto e que vale muito a pena investir. Um compromisso consigo mesmo, do qual vai ser preciso ‘abrir mão’ de certas atividades”.

 

Depois desse momento de compreensão, vem a parte estrutural desse planejamento e o primeiro ponto é a elaboração de um calendário, com tudo anotado -- dias da semana de estudos e os horários -, que precisa ser estruturado de acordo com a realidade do estudante.

 

“É preciso levar em conta se está estudando em casa por contra própria ou em um cursinho, os horários das suas atividades obrigatórias, as datas dos vestibulares, quantas semanas se tem até a data das provas, os simulados, feriados e momento de descanso, assim por diante. É o calendário que vai ancorar esse plano”, comenta Guedes. “Eu também sempre recomendo que o aluno estude em casa, no mesmo dia e com alguns exercícios, a matéria que teve em classe. Essa é uma estruturação bem básica, com teoria e prática”, complementa.

 

O plano precisa ser flexível e orgânico para que os estudantes tenham o dia de resgate, que seria para recuperar o conteúdo que ficou pendente de dias que não produziu bem ou teve alguma intercorrência. Outra dica é sempre realizar revisões periódicas, a cada 3 a 6 semanas, separando sempre as prioridades, que são as matérias e questões que têm mais dificuldade.

 

“O que o estudante já domina muito bem pode ficar para o final da fila da revisão. Quem chega no vestibular com seus conhecimentos plenos, embasados e concretizados e com seu ‘calcanhar de Aquiles’ revisado, aumenta muito a sua chance de obter sucesso nas provas”, diz o coordenador do Poliedro.

 

O estudante também não pode esquecer do momento de cobrança, que é o momento de testar o conhecimento, o gerenciamento do tempo, de prova e das adversidades com os simulados. Os vestibulandos que estudam por conta própria podem selecionar três questões de cada matéria e cronometrar três minutos para resolução de cada uma. Depois dessa fase de teste, olhe os erros e tente compreender se o que os motivaram foi ansiedade, falta de controle de tempo, distração ou conhecimento.

 

Guedes indica que o mais importante é ter uma rotina bem estabelecida, que contenha estudo teórico, prática de exercícios e simulados, e treino de aspectos estratégicos de prova. Todos esses quesitos impactam em um ganho de confiança do vestibulando e a sensação de dever cumprido. “Pegar firme no planejamento nas primeiras seis semanas ajuda a criar o hábito, gera um padrão de rotina que tende a perdurar durante todo o processo. Essa consistência inicial é fundamental para a regularidade durante o ano. Se essa maturidade e essas habilidades forem desenvolvidas, o vestibulando pode ter um bom desempenho”, afirma.

 

E o que não pode ficar de fora de um bom planejamento?

 

Se estamos falando de um período longo de preparação, o que não pode faltar é a prática: o exercício. É quando o estudante vai ser desafiado e poderá perceber as suas faltas. Portanto, sempre monte um cronograma com um bom volume de exercícios, bem diversos em relação à fontes e objetivos.

 

O coordenador do Poliedro ainda esclarece sobre a flexibilidade, sem colocar horários fixos para cada matéria. Se um certo tema foi mais difícil em uma semana, pode ser que na outra não se tenha a mesma dificuldade.

 

“O plano precisa ser orgânico, de acordo com cenário de estudo daquele momento, e contendo os momentos de verificação, que significa olhar para trás e ver o que foi feito, o que produziu e como estudou. E também olhar para a frente, ver o que falta. Isso traz autoconhecimento”, comenta Guedes.

 

O cuidado para não sobrecarregar o planejamento

 

O principal erro de um vestibulando é não seguir com o plano, alterá-lo o tempo todo, desviando do foco. É comum ver o estudante incluir muitas atividades extras para complementar os estudos, e isso pode gerar um estresse adicional e criar para uma armadilha física e mental.

O estudante deve sempre se questionar sobre seu rendimento, sua saúde, cansaço, irritabilidade e até mesmo a alimentação, e nunca esquecer dos dias de descanso.

 

Sobre o Poliedro Curso

O Poliedro Curso, com unidades em São José dos Campos, São Paulo e Campinas, oferece uma metodologia única, que envolve qualidade acadêmica diferenciada, acompanhamento individual e apoio ao aluno na gestão do tempo dentro e fora de sala de aula, ajudando cada estudante em sua evolução para a conquista de algo maior para si e para o mundo.

 

O Poliedro Curso comprova a excelência de sua metodologia com aprovações nos processos seletivos mais desejados do País e no Enem/SiSU. Em 2021, os estudantes do Poliedro conquistaram 1.151 aprovações no Enem/SiSU (todos os cursos), além de excelentes resultados nos vestibulares de Medicina da Unifesp (75 aprovados), da USP (73 aprovados e o 1º lugar) e do Einstein (123 aprovados e o 1º lugar), e nos vestibulares do ITA (82 aprovados, com oito entre os top 20 das vagas privativas) e do IME (145 aprovados, com o 1º lugar nas categorias Ativa e Reserva e seis vagas dentro do top dez de cada categoria). Os alunos do Poliedro Curso também conquistaram a aprovação em 1º lugar para o curso de Medicina em outras renomadas instituições, entre elas a Unicamp, a Unesp, a Famema, a FMJ e a PUC Campinas.

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7 dicas para criar um clube de assinaturas e alavancar suas vendas

 








7 dicas para criar um clube de assinaturas e alavancar suas vendas

 

*Luciana Pimenta

 

São Paulo, fevereiro de 2022: Com a economia oscilando bastante no último ano, muitos comerciantes tiveram que recorrer a outras alternativas para fugir da falência. Uma saída mais assertiva para esse problema tem sido as vendas recorrentes, modelo de negócio baseado na ideia de vender um produto ou serviço de forma recorrente no qual será cobrado mensalmente, anualmente ou até quinzenalmente. É um mercado tão promissor que registrou um aumento de 18% em 2021 e pode alcançar 75% dos empreendimentos até 2023 (Fonte: Betalabs).

 

Mesmo sendo uma promessa, muitos ainda não sabem como criar um clube de assinaturas e mantê-lo. Confira abaixo oito dicas primordiais para criar seu clube de assinaturas.

 

1. Defina seu produto e seu consumidor

 

Sua primeira tarefa é definir quais itens irá ofertar. A partir disso, será necessário parar um pouquinho e analisar alguns pontos. O clube de assinatura não é apenas o envio de uma caixa com produtos, ele é também uma experiência de recebimento. Por isso, é importante pesquisar como está o mercado para seu tipo de produto e como o seu possível comprador se comporta.

 

Além disso, que tipo de consumidor assinaria um clube para ter os seus produtos todo mês em casa? Estes itens costumam ser comprados todos os meses pelo mesmo cliente? Valeria à pena para ele esse investimento mensal? Essas perguntas são muito importantes para tornar sua ideia praticável.

 

 

2. Faça o planejamento Financeiro e Legal

 

Ao optar por entrar no mercado de clubes de assinatura você precisará de muito planejamento. Caso não tenha um CPNJ ou uma MEI, será a hora de providenciar para que toda a operação seja regulamentada. É necessário também estabelecer uma meta de vendas a ser atingida para conseguir manter o clube funcionando. Para isso, defina o valor da sua box de acordo com a quantia que será gasta com as embalagens, com o envio, com os fornecedores ou com a produção dos produtos que vão compor o clube.

 

Uma informação importante: a assinatura do clube tem que ter um valor inferior ao preço total que seria gasto com os itens se comprados isoladamente. O assinante precisa enxergar a vantagem em manter a assinatura mês a mês e o custo-benefício é uma das formas de atrair sua atenção.

 

 

3. Estude suas possibilidades de envio

 

Fretes altos intimidam, podendo fazer com que os possíveis clientes desistam de assinar o seu clube. Por isso, estude qual a melhor opção de envio para a box que você quer entregar, considerando limitar a operação para apenas uma cidade, caso queira primeiro sentir como funcionará todo o processo. Está disponível no mercado diversas opções de envio. É importante possuir mais de um fornecedor para que o cliente tenha opções.

 

Vale ressaltar que os valores variam de acordo com o tipo de embalagem e peso total das boxes que você vai enviar. Por isso, é importante estudar qual o melhor tipo de pacote, tanto para avaliar o custo da operação, quanto para se certificar de que os itens estarão bem colocados e que serão entregues sem avarias. Não se esqueça de verificar o tempo que cada fornecedor leva para entregar os itens necessários para as suas boxes. Trabalhe com fornecedores de confiança e que cumpram prazos, pois os assinantes não podem ficar esperando.

 

 

4. Defina as regras do seu clube

 

Todo serviço prestado depende de regras para não gerar ruídos na comunicação entre as duas partes. Tenha definido o valor do frete, as regiões que serão atendidas, os prazos, se haverá ou não aplicação de multa por cancelamento. Essas são informações primordiais.

 

É interessante considerar um envio rápido da primeira edição da box. Nas edições seguintes, é comum o clube aguardar o fechamento do mês para fazer novos envios, uma vez que o assinante já recebeu a primeira box e está temporariamente satisfeito.

 

 

5. Crie o conceito e as edições do seu clube

 

Voltando a falar das experiências que os clubes de assinatura precisam proporcionar: os produtos que serão enviados na caixa precisam ter relação uns com os outros. Eles precisam ser escolhidos para serem utilizados juntos ou então para complementar a ideia geral da box.

 

Pergunte-se qual tipo de experiência seu clube vai proporcionar e que tipo de clube você está criando. É um clube de reposição, onde você apenas facilitará o reabastecimento mensal de produtos do assinante? Ou é um clube de curadoria, onde você selecionará os itens pensando nas preferências do assinante com o intuito de agradá-lo ou presenteá-lo com um mimo surpresa?

 

A partir daí, esboce quais seriam as suas edições ao longo de, pelo menos, 12 meses. O assinante precisa receber todo mês uma experiência diferente, mesmo que alguns itens se repitam. Quando é positivamente surpreendido, o cliente tende a manter sua assinatura. Por isso, é importante variar dentro dos temas e possibilidades que tangem o universo do seu produto.

 

 

6. Procure saber a preferência de seus assinantes

 

Mesmo que seu clube não seja de curadoria, é importante montar um questionário para que o assinante responda quais são suas preferências por produtos, por brindes, por temas, se é alérgico a algum produto ou alimento, por exemplo. Quanto mais personalizada e individualizada a box, maiores são as chances de fidelizar o cliente.

 

A ideia é realizar uma entrega especial, humanizada, que faça o cliente enxergar o clube como um presente mensal e até esquecer que está pagando pelo serviço. Lembre-se sempre, você está vendendo uma experiência para o seu cliente, e não somente um produto.

 

 

7. Prepare tudo para o lançamento

 

As empresas que entendem que o consumidor é o centro das atenções são as que estão firmes no mercado e, com os clubes de assinatura a mesma coisa acontece. Antes de lançar seu clube é importante começar o contato com seu público-alvo por meio das redes sociais. Ter um perfil no Instagram, no Facebook ou um blog é muito importante para dar aos internautas uma prévia do serviço que você está prestes a oferecer.

 

Aposte em conteúdos que expliquem o quanto um clube de assinatura trará comodidade e experiências que melhorarão a vida de quem o assinar. Faça com que as pessoas tenham vontade de assinar seu clube, entendendo qual é o seu público e qual linguagem utilizar para se comunicar. Afinal, um dos diferenciais do modelo clube de assinatura é a relação afetiva com nichos específicos de consumidores. O seu potencial assinante se interessa por assuntos específicos associados ao seu clube, e é nesses assuntos que você deve apostar, fazendo um paralelo com o serviço de assinatura que vai oferecer e anunciando a data em que ele entrará em vigor. Quando tudo estiver pronto, arasse nas vendas!

 

*Luciana Pimenta é CEO da Hub Home Box, maior marketplece brasileiro de clubes de assinaturas.

 

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Sobre o Hub Home Box

O Hub Home Box é o maior marketplace brasileiro especializado em clubes de assinatura, compra online recorrente que dá acesso curadoria, produtos e embalagens exclusivos entregues direto na casa do consumidor. A proposta é ser um verdadeiro ponto de encontro dos clubes de diferentes portes e os consumidores, facilitando assim a busca da assinatura almejada nas mais diversas áreas. Trata-se de um mercado com mais de 4 mil empresas, faturamento somado de mais R$ 1 bilhão (ABCOM/2020) e cujo crescimento se acelerou ainda mais com a pandemia. Com cerca de um ano de operação, a startup já conta com cerca de 100 clubes associados, mais de 70 mil sessões por mês e um ticket médio de R$ 120. As vendas vêm crescendo mês a mês, com destaque para assinaturas nas áreas de atividades manuais, alimentos e lingeries. Estima-se que em média, por dia, 600 novos consumidores assinem os mais diversos tipos de pacotes no Brasil.

 

 

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Élida Gonçalves -