Pronomes possessivos - ideia de posse e pessoa gramatical (possuidor)
O meu carro está lá na esquina.
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pronome possessivo
A Turma da Mônica é amada por adultos e crianças, sendo parte de momentos muito divertidos de diversas famílias e não há nada melhor do que acompanhar as aventuras dessa turma. A Dentro da História, acaba de lançar o último livro da coleção "Turma da Mônica Pelo Brasil - Lendas do Folclore", a obra celebra a cultura do país levando os personagens do desenho para conhecer pontos turísticos de diferentes regiões. Na obra em questão, a turminha conhece as lendas de locais como Minas Gerais, Paraná, Amapá e muito mais.
Pronome indefinido - 3ª pessoa do discurso - sentido vago impreciso ou quantidade indeterminada.
Alguém não fez a prova
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pronome indefinido - ( não determina quem)
Muitos alunos não fizeram a prova
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pronome indefinido - (não determina o número exato)
Pronomes indefinidos
Variáveis em gênero e número 👉 algum, nenhum, todo, muito, pouco, certo,
outro, quanto, tanto, vário, diverso, um qual, bastante (s)
Invariáveis em gênero e número👉 algo, alguém, nada, ninguém, tudo, cada, outrem, mais, menos, demais.
Certos alunos não fazem as atividades.
Muitos fizeram a prova, poucos, porém foram bem.
Quaisquer perguntas serão respondida pelo entrevistado.
Quantos são os que vivem na pobreza!
Algo está te incomodando?
Locuções pronominais indefinidas
Duas ou mais palavras com valor de pronome indefinido
Qualquer um pode fazer isso!
Seja quer for será bem recebido na minha casa.
Algumas locuções pronominais indefinidas
cada qual, cada um, quem quer que seja. seja quem for, qualquer um, todo aquele que, tal e qual etc.
Exemplo: Para que todo aquele que nele crê não pereça.
Pronomes relativos - Estão relacionados com nomes mencionados anteriormente.
O computador que comprei é muito bom.
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pronome relativo ( que equivale à palavra computador)
O hotel onde fiquei é muito longe da praia.
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pronome relativo ( onde equivale à palavra hotel)
Este é o cadernos cujas folhas estão escritas.
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pronome relativo o pronome cujo concorda com o consequente
Ela é uma pessoa a quem muito admiro.
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proposição pronome relativo
(o pronome relativo vem sempre acompanhado de proposição)
Os pronomes relativos são variáveis e invariáveis
variáveis👉 o qual, a qual, as quais, cujo(s), cuja(s) quanto(s) quanta(s)
invariáveis👉 que, quem, onde
Pronome - no lugar do nome
Pronome substantivo - substitui o substantivo
Pronome adjetivo - acompanha o substantivo com o qual se relaciona
Trouxe o meu caderno e o teu (caderno)
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pronome adjetivo pronome substantivo
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Poucos conhecem as minhas intensões
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pronome substantivo pronome adjetivo
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Nós (eu eles) estamos da casa do meu avó
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pronome substantivo pronome adjetivo
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Projeto de Vida do Ensino Médio Integral tem transformado realidades e incentivado novas perspectivas para milhares de jovens no país
O eixo central do modelo pedagógico é focado no aprendizado 360 e aborda três dimensões relacionadas ao planejamento e para o futuro: pessoal, profissional e social
O quão benéfico seria se todos os estudantes encontrassem maneiras de desenvolver a autonomia e sabedoria necessárias para traçar seus objetivos para a vida adulta e criar os planos para alcançá-los? Essa é exatamente a proposta do Projeto de Vida, uma ferramenta pedagógica moderna e multidisciplinar do EMI - Ensino Médio Integral (modelo de ensino nacional, público e gratuito), que busca, por meio de diferentes abordagens, auxiliar na construção da identidade pessoal e objetivos para a vida adulta.
Focado na formação integral do estudante, o Projeto de Vida trabalha três dimensões principais: pessoal, profissional e social. A primeira estimula a autodescoberta e o autoconhecimento (quem sou?; como me reconheço?; o que procuro?), respeitando a identidade, história e valores de cada um. A segunda se propõe a desenvolver competências exigidas pelo mercado de trabalho, com impactos na esfera pessoal (empreendedorismo, inteligência socioemocional, domínio de tecnologias, criatividade, habilidades técnicas etc). A terceira incentiva o olhar para o papel de cidadão e agente social na comunidade, promovendo o senso de responsabilidade coletiva, ética e empatia com as pessoas e com o meio ambiente.
A integração dessa ferramenta como competência na dinâmica escolar é um dos desafios propostos pelo EMI. Uma experiência intensa, mergulhada em teoria e prática, que é capaz de promover decisões e planejamentos mais conscientes sobre o futuro, e que nas diretrizes do modelo pedagógico deve se iniciar ainda na educação básica, respaldada por profissionais capacitados para instigar e apresentar possibilidades. Para tanto, o Projeto de Vida também propõe mensurar a evolução do desenvolvimento e aprendizado, para além do currículo tradicional.
Como o Projeto de Vida tem construído novas perspectivas
Ao fomentar a autonomia de cada estudante em suas escolhas, estimulando o desenvolvimento de habilidades como cooperação, compreensão e análise crítica da realidade, o Projeto de Vida tem agregado cada vez mais histórias incríveis sobre as oportunidades que uma educação pública e de qualidade pode oferecer.
Um dos exemplos é Lenice Ramos, aluna do Centro de Excelência Atheneu Sergipense, em Aracaju (SE), que criou o projeto chamado Absorvente é direito!, para combater a pobreza menstrual dentro das penitenciárias femininas, fornecendo materiais básicos de higiene íntima, como absorventes, papéis higiênicos e lenços umedecidos. A estudante também idealizou em 2020 o Atheneu ONU Mulheres - uma simulação da ONU que debate exclusivamente contextos femininos no Brasil e no mundo -, que conquistou a participação de grandes nomes, como Luiza Trajano, Suzana Pires, Sabrina Fernandes, Mariana Ferrão, Dora Figueiredo e Linda Brasil.
Outro viés propiciado pela aplicação dessa ferramenta no ensino público se refere à transformação das rotinas dos professores e à ampliação do currículo letivo dos educadores. Com essa proposta, os profissionais são preparados não apenas para pensar nas aulas, mas também se envolver em estratégias para trazer alunos de volta para as escolas, a fim de reduzir as taxas de evasão e desenvolver formas didáticas de engajar os jovens em seus Projetos de Vida.
Essa é uma das questões mostradas por experiências como a de Simone Serafim, professora de Português e Inglês na E.E. Wilson Rachid, em São Paulo (SP) que obteve a formação para lecionar o Projeto de Vida em 2019. "A disciplina promove reflexões que impactam bastante nossa vida e não só dos estudantes. Muitos alunos não se veem capazes de alcançar seus sonhos ou nem sequer conseguem pensar sobre o que querem para a vida. Por isso, nós professores temos um importante papel de guiá-los, auxiliando a desenharem os caminhos que querem seguir, seja na faculdade ou em outros espaços", explica Simone.
Para a professora Cibele Cardoso, também da E.E Wilson Rachid, o exemplo é a maior força de inspiração para os estudantes. A educadora descobriu que a melhor maneira para auxiliar os alunos na construção de seus Projetos de Vida foi contar sua própria história. "Quando passei a me colocar dentro da realidade deles, contando que também tinha vindo de escola pública, eles começaram a ampliar os horizontes e entender os desafios. É muito comum encontrar alunos sem motivação e sem perspectiva para o futuro, e ter uma disciplina para falar sobre a vida, os sentimentos e o mundo do trabalho é algo que desperta mudanças verdadeiras. É ali que os estudantes compreendem seu papel de protagonista na sua história e recebem o apoio necessário para traçar seus planos", finaliza Cibele.
O investimento no Projeto de Vida, que centraliza todo o empenho do Ensino Médio Integral, é um dos primeiros passos rumo à educação pública de qualidade, atenta às realidades sociais, que forma cidadãos capacitados e pensantes para as necessidades atuais. Trazer essa ferramenta como competência na dinâmica escolar é um dos desafios propostos pelo EMI, que tem promovido resultados excelentes.
Seis dicas para ajudar as crianças com o aprendizado da matemática Uma das matérias mais temidas por todos, desde a infância, é a matemática. O terror da ciência do raciocínio lógico e abstrato, que estuda quantidades, espaço e medidas, estruturas, variações e estatística, acompanha muitas pessoas desde o ensino fundamental. Mas, um ponto muito importante falado hoje em dia, é a maneira como se aprende e não o que se aprende. Com isso, ao longo dos últimos anos, novos métodos foram criados para auxiliar as crianças, desde cedo, a desenvolver uma maior simpatia pelos números e suas variações, com o objetivo de diminuir esse medo que existe dentro e fora das salas de aula. Mas sabemos que auxiliar os pequenos nas atividades matemáticas não é uma tarefa fácil. Por este motivo, o Javier Arroyo, co-fundador da Smartick, separou seis dicas para ajudar as crianças com o aprendizado da matemática: A Smartick , é um método online de aprendizagem de matemática para crianças entre 4 e 14 anos, conta com exercícios gerados em tempo real, de acordo com uma série de variáveis que são analisadas continuamente. Vamos às dicas: 1- Aprender brincando Incentive-os a jogar jogos relacionados à matemática. Qualquer jogo que tenha dados ajudará as crianças a apreciar a matemática e a desenvolver o senso numérico. 2- Os estímulos nas correções Sempre apoie seus filhos quando estiverem resolvendo problemas de matemática e não diga que estão errados. Por exemplo, se a criança multiplica 4 × 3 e acha que o resultado é 7, ao invés de dizer a ele que está errado diga: "Eu entendo o que você está pensando. Você está usando o que já sabe sobre adição e, portanto, o resultado dá 7, mas quando nos multiplicamos temos 4 grupos de 3 unidades cada". 3- Velocidade gera ansiedade Não é essencial associar matemática com velocidade nas primeiras etapas. Essa é a melhor maneira de causar ansiedade na criança. Embora o objetivo de médio e longo prazo seja conseguir agilidade, não fique nervoso se eles forem muito lentos no início. 4- Deixe seu passado para trás Nunca diga que não foi bom em matemática na escola ou que não gosta, principalmente se você for o responsável. Quando os responsáveis compartilham essa ideia com suas crianças, constata-se que suas notas caem. 5- A flexibilização dos números Incentive-os a ter uma noção dos números, a ter uma ideia sobre o tamanho dos números e como combiná-los de maneira flexível. Isso é o que diferencia os alunos que estão indo bem em matemática daqueles que estão indo mal. Por exemplo, para adicionar 29 + 56 é mais fácil mover 1 de 56 para 29 e adicionar 30 + 55. Essa flexibilidade na manipulação de números é chamada de sentido de número, e é muito importante. 6- Mentalidade construtiva O mais importante de tudo é ter uma mentalidade construtiva, estar ciente de que tem um potencial ilimitado e que o sucesso na matemática exige esforço e trabalho. Os alunos com uma mentalidade construtiva se saem muito melhor na escola e na vida em geral. |
O segredo para um bom desempenho no Enem Gilberto Barroso e Vitor Azambuja* O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é um momento importante na vida dos jovens que têm o objetivo de conquistar uma vaga em uma universidade pública ou uma bolsa em uma instituição privada. Mas, para que o estudante tenha um bom desempenho na prova, é preciso mais que responder corretamente às questões de múltipla escolha: o interessado em ingressar num curso superior precisa ter senso crítico para desenvolver uma boa redação. Um dos segredos para um bom desempenho no Enem é, portanto, caprichar na escrita. A instituição sem fins lucrativos norte-americana Education Northwest, que atua para transformar o ensino e a aprendizagem, desenvolveu um modelo de instruções chamado 6+1 Trait Writing para ajudar educadores a trabalharem a escrita com os alunos em sala de aula. Segundo o artigo publicado no site da organização, um bom texto conta com a mensagem principal, uma boa estrutura, opinião crítica, vocabulário adequado, ritmo e fluência, gramática correta e boa apresentação. Portanto, o estudante que tem formação crítica e sabe se expressar sai na frente na hora de escrever uma redação para o Enem. Vale ressaltar que, entre os critérios de avaliação da prova, estão a capacidade de interpretação e de organização das ideias, a argumentação e a capacidade de propor soluções. Tudo isso é adquirido por meio de metodologias voltadas à criação e ao protagonismo infantil e esses conceitos devem ser aplicados já nos primeiros anos escolares. Afinal, é desde a infância que o senso crítico se desenvolve. É claro que, com o advento da pandemia, as escolas enfrentaram muitos desafios e precisaram se adaptar às pressas ao ensino remoto. Infelizmente, isso ainda é uma dificuldade para boa parte das instituições, especialmente as públicas, e, por isso, muita coisa acabou ficando para trás. No entanto, os educadores não podem deixar de estimular seus alunos, promovendo a criação de coisas novas. Ao longo desses anos atuando com crianças, conseguimos entender que as novidades são indispensáveis para instigar a reflexão. Lá na frente, nos últimos anos escolares, tudo isso fará diferença não apenas na hora de escrever uma boa redação para o Enem, mas também quando este jovem vier a ingressar no mercado de trabalho, que cada vez mais exige discernimento e respeito aos valores e às diferenças socioculturais. Precisamos colocar os alunos no centro da aprendizagem agora, estimular a curiosidade e a criatividade para que, no futuro, eles possam se destacar como universitários e como profissionais. O caminho para isso é o da democratização do ensino e das metodologias que acompanham as novas demandas. Gilberto Barroso e Vitor Azambuja são criadores e gestores da plataforma educacional De Criança Para Criança Sobre o De Criança para Criança O programa De Criança para Criança oferece um leque de metodologias de educação híbrida para escolas de todo o mundo. Do futuro para a escola, a proposta da startup é oferecer às crianças a oportunidade de serem protagonistas, colocando-as no centro da aprendizagem. Através de uma plataforma simples, os professores são orientados a serem mediadores, fazendo com que os próprios alunos desenvolvam conhecimento sobre temáticas diversas. A partir de discussões, constroem coletivamente histórias, fazem desenhos e gravam locuções relativas às narrativas criadas, que posteriormente serão transformadas em animações feitas pelo DCPC, expandindo os horizontes educacionais. Sobre o Giba Gilberto Barroso é brasileiro nascido em São Paulo. Formado em Administração, trabalhou em diversos segmentos, mas se especializou no segmento de Pay Tv, atuando desde seu início no Brasil, distribuindo HBO até ser diretor da Sony Pictures. Lançou vários canais como AXN, Warner, Sony, Cinemax, HBO, E!, History Channel e E!. Em 2015 largou o segmento de Pay Tv para lançar o programa De Criança para Criança. Gilberto é o presidente da empresa e tem como propósito fazer com que crianças do mundo todo aprendam e compartilhem conhecimento de forma criativa e democrática. Sobre o Vitor Vitor Azambuja é brasileiro nascido no Rio de Janeiro. Especialista em criação, é diretor de arte e artista plástico. Formado em publicidade e piano clássico, trabalhou em diversas agências de propaganda, tanto no Rio de Janeiro quanto em São Paulo, criando filmes e anúncios para grandes anunciantes. Foi premiado em festivais de propaganda, tais como Figueira da Foz, Colunistas, Clube de criação de São Paulo, Art Directors em Londres e New York Festival. Realizou exposições de pinturas em São Paulo, Rio de Janeiro, Nova Iorque, Miami e Paris. Um dos criadores do programa De Criança Para Criança, Vitor é o diretor criativo da empresa. Seu propósito é fazer com que as crianças do mundo inteiro aprendam desenvolvendo a sua criatividade. |
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